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Por que assinar o abaixo assinado para o Projeto Lei de Democratização da Mídia e como fazer para assinar

CONHEÇA O PROJETO DE LEI AQUI E AJUDE-NOS A COLETAR ASSINATURAS, VEJA COMO LENDO AS INSTRUÇÕES ABAIXO

KIT COLETA

Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas.

– Folha de Rosto para coleta de assinaturas (Clique aqui)

Texto explicativo do documento para ser entregue juntamente com o Projeto de Lei de Iniciativa Popular.

– Lista para coleta de assinatura/Lista de apoiamento (Clique aqui)

Formulário para preenchimento dos dados do cidadão/cidadã que assinará o projeto.

Observação importante: sobre a “exigência” do título de eleitor

A exigência do título de eleitor feita pela Câmara dos Deputados para este tipo de projeto pode vir a dificultar a coleta. No entanto, acreditamos que é possível adotar uma política em que isto não seja um problema.

Ou seja, NINGUÉM SEM TÍTULO DE ELEITOR VAI DEIXAR DE ASSINAR.

Se a pessoa não tiver o título, pede-se o nome da mãe e a data de nascimento. O formulário já vai ter espaço pra isso.

Em último caso, se a pessoa estiver com pressa ou se não quiser preencher o nome da mãe, pode deixar em branco essa parte.

– Projeto de Lei da Comunicação Social Eletrônica (Clique aqui)

Texto completo do Projeto de Lei de Iniciativa Popular das Comunicações

– Para onde encaminhar 

Os formulários preenchidos deverão ser enviados por correio para o endereço:

Setor Comercial Sul, Quadra 6, Ed Presidente, sala 206
CEP 70327-900, Brasília – DF

Ao enviar os formulários, favor avisar a secretaria do FNDC por e-mail (secretaria@fndc.org.br) ou pelo telefone (61) 3224 8038

MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO

– Panfleto Lei da Mídia Democrática 

Imprima em seu Estado, na sua cidade e espalhe a notícia!

(Frente: clique aqui)

(Verso: clique aqui)

– Banner/cartaz Lei da Mídia Democrática (Clique aqui)

 

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Discurso de ódio espanta anunciantes do Facebook

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Grupo de ativistas fez alerta sobre vínculo de conteúdo ofensivo com anúncios; Facebook diz que vai revisar diretrizes

 

Depois de receber queixas sobre páginas que encorajavam a violência contra mulheres, o Facebook decidiu intensificar seus esforços para retirar os discursos de ódio da rede social – tipo de conteúdo que acabou fazendo algumas empresas suspenderem anúncios no site.

A unidade britânica da montadora Nissan e a financeira Nationwide Building Society, por exemplo, removeram alguns anúncios que podem ter aparecido perto de conteúdo ofensivo. As empresas tomaram essa atitude após o grupo ativista Women, Action & the Media dizer, em uma carta aberta na semana passada, que o Facebook tinha “grupos, páginas e imagens explicitamente coniventes com estupro ou violência doméstica ou que sugerem ser motivo de riso ou zombaria”.

Além de acender esse alerta, a organização, que luta contra a discriminação de gêneros, iniciou uma campanha online para pressionar empresas cujos anúncios aparecem próximos das imagens polêmicas. Algumas dessas fotos eram de mulheres que teriam sido espancadas ou estupradas.

A iniciativa do Women, Action & the Media incluiu mensagens por Twitter e e-mails. Algumas companhias, entre elas a Zipcar, a Zappos.com e a marca Dove (da Unilever), responderam dizendo que estavam trabalhando com o Facebook para resolver a questão. Elas não retiraram seus anúncios, segundo a organização. O site reportou que, além da Nationwide e da Nissan do Reino Unido, alguns anunciantes menores suspenderam seus anúncios.

O Facebook, baseado em Menlo Park, Califórnia, disse que revisará suas diretrizes para avaliar conteúdos que possivelmente violem as normas e atualizará o treinamento das equipes que têm a função de revisar as mensagens ligadas a discursos de ódio.

Os serviços de mídia social aumentaram sua popularidade ao oferecer aos usuários um caminho livre para postarem comentários, fotos e vídeos. Mas essa liberdade pode causar contratempos ao Facebook se os conteúdos publicados no site cruzarem a fronteira do bom gosto, afugentando potenciais anunciantes. A organização de direitos humanos Simon Wiesenthal Center culpou o Twitter este mês, dizendo que o serviço de microblogs ajudou a instigar o crescimento de ódio e terror.

“Isso deveria ser uma grande preocupação do Facebook”, disse Shallendra Pandey, um analista de publicidade na Informa Telecoms & Media, em Londres. As companhias que estão retirando sua publicidade “são grandes marcas e trazem muita receita a cada trimestre”. O Facebook teve uma receita publicitária de US$ 1,25 bilhão no primeiro trimestre de 2013, cerca de 85% de suas vendas totais.

Em um post, o Facebook confessou “precisar melhorar”. “Nos últimos dias, ficou claro que nossos sistemas para identificar e remover discursos de ódio não funcionaram com a eficácia que gostaríamos, particularmente em questões de ódio baseado em gênero.”

O Facebook pretende criar comunicações mais formais com representantes de organizações de mulheres e outras para acelerar suas respostas a questões sobre conteúdo ofensivo. A companhia disse também que aumentará a cobrança de responsabilidade de criadores de conteúdo “cruel”.

A unidade britânica da Nissan paralisou temporariamente os anúncios direcionados a faixas etárias que podem ter visto propaganda ao lado de conteúdo controverso, disse Travis Parman, porta-voz da Nissan.

Os anúncios da marca Dove, Amazon (Reino Unido), American Express e Sky também apareceram perto de imagens ofensivas, segundo imagens do grupo ativista. Executivos do setor de publicidade acham que isso não prejudicará o Facebook, pois as empresas estão tomando ciência de que os anúncios podem acabar aparecendo em ambientes online repugnantes.

 

Asteróide de grandes dimensões passa hoje, com a sua própria lua, pela Terra

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Uma sequência de imagens de radar mostram o asteróide 1998 QE2, há dois dias, quando estava a 6 milhões de quilômetros da Terra. Esta sexta-feira atingirá o ponto mais próximo do nosso Planeta e os astrônomos estão entusiasmados com as possibilidades de o observar.
O 1998 QE2, conforme foi nomeado pela NASA, vai passar esta sexta-feira a 5,8 milhões de quilômetros da Terra. Uma distância difícil de conceber mas que fornecerá aos astrônomos uma oportunidade única de observar este asteróide, que “viaja” com a sua própria lua.

Há uma década e meia, desde que foi descoberto, em 1998, que os cientistas esperavam esta possibilidade. O entusiasmo decorre não só da grande dimensão do asteróide – cerca de 2,7 quilômetros de diâmetro, um dos maiores – como pelo fato de ter uma lua, só descoberta agora. “É algo que não esperávamos”, admite Marina Brozovic, na NASA. Só o satélite do 1998 QE2, tem 600 metros de diâmetro, tamanho suficiente para a NASA o classificar como “potencial destruidor de cidades”.

Segundo a agência espacial norte-americana, um asteróide de “apenas” 800 quilômetros poderia causar uma catástrofe global se atingisse a Terra
Veja Video:

O que acontece com seu cérebro quando você aprende algo

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Não é segredo que a prática (quando bem feita) pode levar à perfeição. A pergunta é: como isso ocorre? Usando conceitos da neurologia, o blogueiro e empresário Jason Shen explica o que acontece no seu cérebro quando você aprende e desenvolve uma habilidade.

“Para realizar qualquer tipo de tarefa, temos que ativar várias regiões do nosso cérebro”, lembra. “Nosso cérebro coordena um complexo conjunto de ações que envolvem funções motoras, processamento visual e auditivo, habilidades de linguagem verbal, e outros”.

Quando você aprende como executar um novo tipo de tarefa (seja tocar guitarra ou dirigir), normalmente é difícil no começo, mas com o passar do tempo, as coisas se tornam mais naturais, mais fáceis de realizar. “O que a prática realmente faz é ajudar o cérebro a otimizar esse conjunto de atividades coordenadas, por meio de um processo chamado mielinização”.

Mielina é uma espécie de “capa” que cobre parte dos neurônios e aumenta a intensidade e a velocidade de transmissão de impulsos elétricos entre um neurônio e outro. A mielinização ocorre naturalmente, em especial na infância e na adolescência, quando o cérebro tem mais facilidade em formar novas ligações entre neurônios.

Esse processo ocorre, de acordo com o modelo mais aceito atualmente, graças a dois tipos de células, o astrócito e o oligodendrócito (a primeira recebe estímulos elétricos e libera substâncias químicas que estimulam a segunda a produzir mielina).

“Assim, conforme praticamos, seja escrevendo toda semana, fazendo lances de basquete ou jogando Call of Duty, nós acionamos um padrão de sinal elétrico ao longo dos nossos neurônios”, detalha Shen. “Com o passar do tempo, isso ativa a dupla de células gliais para mielinizar os axônios [parte dos neurônios], aumentando a velocidade e a força do sinal”.

O poder da mielina

Na impossibilidade de observar diretamente os impulsos elétricos no cérebro de uma pessoa sem passar por questões éticas e legais, neurocientistas usam métodos menos invasivos para analisar o papel da mielina no cérebro.

Shen cita um estudo no qual foi analisado o cérebro de músicos habilidosos por meio de ressonância magnética de difusão. “O estudo sugere que o tempo de prática estimado que um pianista expert teve na infância e na adolescência estava correlacionado com a densidade da matéria branca [mielina] em regiões do cérebro ligadas a habilidade de coordenação dos dedos, centros de processamento visual e auditivo, entre outros”. Pesquisas desse tipo apontam para um forte vínculo entre a prática, a mielinização e o desenvolvimento de habilidades.

Outra evidência do poder da mielina vem de doenças neurodegenerativas, como esclerose múltipla, em que o processo de desmielinização pode levar a perda de coordenação motora, visão turva, fadiga, fraqueza e incontinência.

Vale ressaltar, contudo, que a prática por si só não basta: se você não procurar corrigir erros e vícios quando aprende algo, vai reforçar esses problemas e, com o tempo, terá mais e mais dificuldade em se livrar deles. “Para melhorar sua performance”, conclui Shen, “você precisa praticar frequentemente, e receber muito feedback para que possa praticar corretamente”.[Lifehacker]

Por que não temos lembranças de quando éramos bebês?

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Por causa da amnésia infantil. Tente se lembrar de algo que aconteceu nos seus primeiros anos de vida.

Conseguiu? Realmente é difícil reunir detalhes para constituir uma lembrança mais concreta. Sempre falta uma sequência cronológica ou aparecem lacunas. Cientistas ainda tentam explicar por que o cérebro é incapaz de acessar imagens, sensações e fatos ocorridos na infância.

Mas, até hoje, o que se tem são apenas teorias. Enquanto a neurociência aposta que o problema está no desenvolvimento do cérebro, a psicologia defende que a criança armazena memórias com uma linguagem diferente, não sendo possível acessá-las – embora elas ainda tenham impacto na vida e na formação da personalidade.

Cadê meu níver de 2 anos? – As principais teorias que tentam explicar a amnésia infantil

Códigos diferentes

Para a psicologia, a criança atravessa um processo de aprendizagem de linguagem. Por isso, armazenam dados por meio de códigos linguísticos que não seriam claros na vida adulta. Isso explicaria por que as lembranças mais nítidas coincidem com a alfabetização. Estudos recentes indicam que é possível recuperar memórias com recursos não verbais, como cheiros e sensações.

Cérebro subdesenvolvido

A neurociência estuda a teoria de que os neurônios ainda estão se organizando durante os primeiros quatro anos de vida. “O cérebro, em desenvolvimento, pode não estar preparado para armazenar lembranças de longa duração”, diz Martín Cammarota, pesquisador em neurofisiologia da PUC-RS.

Área restrita

Outra teoria, estudada por Cammarota, é a do mecanismo de repressão. As memórias de infância que constituem a personalidade ficariam armazenadas em uma parte do cérebro que não pode ser acessada. “É uma maneira de proteger as lembranças fundamentais para que elas não sejam modificadas ou danificadas com o passar do tempo”, explica o pesquisador.

FONTES: Artigo Amnésia e Inferências sobre a Memória, de Fábio S. Rigo e Marcelo de Almeida Oliveira, da Unicamp; Folha de S.Paulo e VEJA.

 

 

Montanha-russa a pedaladas

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Shweeb é uma espécie de montanha-russa moderna e ecológica. O viajante entra em uma cabine suspensa por um trilho, e percorre por ele conforme pedala.É uma invenção bem eficiente pois é impressionante a velocidade em que o viajante pode se mover, isso sem consumir qualquer tipo de combustível.

Por enquanto, o mecanismo é utilizado apenas para diversão, mas a idéia é tentar implanta-lo como um tipo de transporte urbano. Pagando $45 dólares um adulto pode competir em uma corria de 3 voltas pelo cirtuito.

Veja Video:

Velocidade máxima que o homem pode correr

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Em busca de tempos cada vez menores para a corrida de 100 metros, os atletas têm se esforçado ao máximo. O jamaicano Usain Bolt detém o recorde desta modalidade com o impressionante tempo de 9,58 segundos. Mas será este o menor tempo possível para um ser humano normal correr?

Para responder esta pergunta, o biólogo Mark Denny, da Universidade de Stanford (EUA), resolveu fazer uma abordagem estatística ao problema. A ideia por trás do trabalho de Denny, publicado em 2008 no Journal of Experimental Biology, era de que, à medida que os atletas chegassem próximos do “limite natural” de velocidade do ser humano, as diferenças de tempo entre um recorde e o próximo ficariam cada vez menores, e um gráfico mostrando a evolução do tempo total se aproximaria de um platô.

Usando resultados de corridas de 100 metros desde os anos 1900, Denny utilizou um programa de computador para tentar encontrar uma curva que melhor descrevesse estes resultados, e chegou a um modelo que prediz que o tempo humanamente possível deve ficar em torno dos 9,48 segundos, embora os tempos humanos não tenham ainda chegado a um platô (não tenham se estabilizado).

Como comparação, Denny também desenhou gráficos dos melhores tempos de puro-sangues corredores e galgos de corrida, e descobriu que para estas raças também há um limite de velocidade, com pouca melhora desde os anos 1950 para os cavalos do Kentucky Derby, e desde os anos 1970 para os galgos.

“Olhando as outras espécies, as que estamos tentando criar para correr cada vez mais rápido, isto não está funcionando”, diz Denny. “Não há razão para pensar que os seres humanos sejam diferentes de outras espécies, que de alguma forma estas coisas não tenham limites”.

Uma outra abordagem foi feita pelo especialista em movimentação humana, Peter Weyand, professor de biomecânica na Universidade Metodista Meridional (Texas, EUA). Segundo Weyand, o fator principal que determina a velocidade é a força aplicada pelo pé do atleta quando atinge o chão.

Quando correm a velocidade constante, os atletas se movem como se estivessem em pula-pulas. 90% da força é usada para impulsionar o atleta para cima, e 5% para movimentar para frente. “O que eles fazem é pular bastante”, diz ele. O corpo então se ajusta naturalmente à velocidade, alterando a força com que atingimos o chão com os pés. Quanto mais forte, mais rápido.

E qual a força máxima que um humano pode aplicar ao chão enquanto corre? Weyand publicou um estudo em 2010, no Journal on Applied Physiology, sobre um trabalho em que colocou corredores em esteiras a diferentes velocidades, correndo para frente, para trás e saltando.

Neste trabalho, ele descobriu que quando pulamos, atingimos o chão com 30% mais força do que quando corremos. Baseado nesta informação, o grupo concluiu que seres humanos podem correr a até 19,3 m/s – se usarem da maior força fisiologicamente possível. Isto significa fazer os 100 metros em 5,18 segundos.

Só que isto não é tão simples. Para maximizar a velocidade o corredor tem que equilibrar a força com que atinge o chão, e a frequência das passadas. Com força máxima, a frequência não é tão alta, o que torna as passadas mais lentas. A combinação ótima de força e frequência de passadas depende de cada indivíduo, por causa de fatores como altura do atleta, comprimento da perna e velocidade que eles correm. Não há uma regra de ouro.

E qual é a velocidade máxima permitida por este modelo? Weyand reluta em dar um número. “A ciência não é boa para fazer previsões de extremos”, diz ele. Mas ele acredita que o tempo mínimo não deve baixar dos 9 segundos. Para comparar com o animal corredor mais rápido, o guepardo pode correr 100 metros em menos de 6 segundos.

Mas se o homem usar da ciência e tecnologia, ele talvez possa alcançar o guepardo. Hormônios que alteram as propriedades dos músculos poderiam deixar o atleta bem mais rápido, e esta é só uma de várias opções disponíveis para melhorar a performance da corrida. Ainda existem terapias gênicas, tecnologias especiais e agentes farmacológicos, entre outras coisas. Afinal, nosso dom especial não é correr: é vencer nossos limites. [PopSci, ScienceDaily]