O que acontece com a sua coluna quando você envelhece?

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Entenda quais são os principais problemas enfretados na coluna durante a velhice e como funcionam os tratamentos

O processo de envelhecimento provoca alterações na coluna vertebral, o que pode levar a uma variedade de condições que podem requerer tratamento.

— Alguns destes problemas podem ser causados, ou, pelo menos, agravados pela presença de vértebras fracas. Outros são causados pelo processo natural de envelhecimento. Enquanto a dor em várias áreas da coluna vertebral pode ser um incômodo, problemas neurológicos, tais como fraqueza e dormência requerem avaliação e tratamento urgente e minucioso para evitar graves ou permanentes perdas de função — afirma o neurocirurgião Eduardo Iunes, especialista em coluna.

O médico destaca que a prevenção da osteoporose e de suas complicações subsequentes pode prevenir muitos dos problemas de coluna na terceira idade.

— A manutenção de um bom grau de condicionamento físico e de força muscular, bem como a prevenção e o tratamento da osteoporose é essencial na gestão das mudanças na coluna que ocorrem com o processo de envelhecimento — destaca Iunes.

Entenda a osteoporose e as fraturas por compressão

A osteoporose é uma diminuição da massa óssea, mais frequentemente observada nas mulheres no período pós-menopausa. Trata-se uma diminuição não só dos componentes minerais, tal como cálcio e fósforo, mas também no que se denomina o componente orgânico, como a proteína do osso.

— Cerca de 15 a 20 milhões de pessoas têm osteoporose e mais de um meio milhão sofrem fraturas de coluna vertebral devido à osteoporose a cada ano. Estas fraturas podem ocorrer com um mínimo de traumas ou nenhum. A osteoporose grave pode causar fraturas por compressão na coluna, assim como fraturas nos pulsos e quadris. Fraturas por compressão usualmente resultam em incapacitação prolongada— explica o médico.

A dor nas costas é o sintoma mais comum das fraturas por compressão, raios-x podem mostrar fraturas em cunha ou compressão das vértebras. Uma ressonância magnética ou uma tomografia computadorizada também podem ser necessárias para avaliar melhor estas fraturas.

— É muito importante confirmar o diagnóstico de osteoporose porque sintomas semelhantes ocorrem em outras condições, tais como infecções, outras doenças ósseas metabólicas e tumores ósseos benignos ou malignos. A extensão da osteoporose pode apenas ser estimada por meio de uma radiografia simples, mas deve ser confirmada por meio de testes específicos de densidade óssea — afirma o neurocirurgião.

Tratamento

A maior parte das fraturas da coluna vertebral devido à osteoporose é tratada com sucesso apenas com medicamento para controlar a dor, mas a osteoporose subjacente também deve ser tratada, uma vez que é a verdadeira causa do problema.

— O tratamento da osteoporose em si está evoluindo rapidamente. Combinações de cálcio, vitamina D e estrogênio são controversos. A calcitonina é usada em alguns casos para inibir o colapso de minerais no osso, o fluoreto também tem sido tentado, numa tentativa de aumentar a massa óssea. Mais recentemente, drogas da família dos bisfosfonatos têm sido utilizadas para ajudar a manter e possivelmente aumentar a massa óssea — diz Iunes.

Além de medicamentos, outros dispositivos, tais como coletes podem ajudam a controlar a dor e a impedir que a deformidade se agrave. Apesar das órteses normalmente não corrigirem as fraturas ósseas, elas dão suporte à coluna vertebral e podem diminuir os espasmos musculares secundários.

— Em alguns casos de fraturas por compressão, uma cirurgia de coluna pode ser necessária para controlar a dor, melhorar a deformidade ou descomprimir as raízes dos nervos e da medula espinhal. Novas técnicas para tratar as dores das fraturas por compressão incluem a vertebroplastia e a cifoplastia — ressalta o especialista em coluna.

A vertebroplastia é um procedimento minimamente invasivo projetado para aliviar as dores das fraturas por compressão. Além de aliviar a dor, os corpos vertebrais que estão enfraquecidos, mas ainda não estão fraturados, podem ser fortalecidos, prevenindo problemas futuros.

Saco plástico pode ajudar a manter temperatura de bebês prematuros

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Nos Estados Unidos, bebês muito prematuros são envoltos em plástico estéril para manter a temperatura do corpo, impedindo que ela baixe perigosamente.

Agora, um estudo com recém-nascidos em Zâmbia sugere que a técnica pode ser repetida com eficácia em países pobres usando simples sacos plásticos. “São sacolas plásticas comuns, como as de supermercado”, disse o autor do estudo, Waldemar A. Carlo, especialista na Universidade de Alabama em Birmingham.

A pele dos bebês prematuros é muita fina, e a água evapora rapidamente através dela, às vezes levando a uma perda de calor que põe em risco a vida, especialmente em um país pobre, onde a temperatura nas maternidades pode ser instável.

Em um hospital em Lusaka, em Zâmbia, os bebês eram colocados sobre o peito das mães logo após o nascimento, no típico “modo canguru”, disse ele. Mas isso nem sempre bastava para aquecê-los.

Colocar os bebês em sacos plásticos antes de enrolá-los em um cobertor era mais eficiente para manter o bebê aquecido quando eles eram levados para ser pesados ou observados, ou quando a mãe estava dormindo ou passando por tratamento médico.

 

Brasil desenvolve tecnologia inédita com fibra de carbono

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O Brasil desenvolveu uma tecnologia inédita com fibra de carbono, mais barata e tão resistente quanto às comercializadas no mercado internacional. A pesquisa foi desenvolvida pelo Exército Brasileiro, em parceria com a Petrobras, e usa o piche de petróleo para a criação do material. Muito usada na indústria da aeronáutica e automobilística a fibra de carbono diminui o peso dos materiais sem perder a resistência.

A fibra de carbono de piche já é produzida comercialmente no Japão e nos EUA, porém com piche de alcatrão ou sintético (substâncias químicas puras), e com o preço de comercialização variando entre US$ 50 e US$ 1 mil o quilo. O alto custo faz com que o material, que substitui sobretudo o aço e alumínio, seja mais usado em carros de Fórmula-1, veículos de luxo, em aviões e foguetes.

De acordo com o gerente do Projeto Carbono do Núcleo de Competência para o Desenvolvimento de Tecnologia de Carbono (NCDTC) do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), Major Alexandre Taschetto, a vantagem da invenção brasileira é que os derivados do petróleo ou “fundo do barril de petróleo” não têm mercado significativo, o que ajuda a baratear a fibra de carbono brasileira e viabilizar o uso em larga escala.

“Avaliamos que a fibra de carbono de piche de petróleo brasileira pode custar entre US$ 10 a US$ 15 por quilo. A indústria automobilística avalia que se o custo da fibra estiver abaixo de US$15 por quilo já compensa substituir o aço por fibra em maiores quantidades”, explicou o major ao salientar que carros com peças de fibra de carbono têm mais eficiência energética e emitem menos poluentes que os carros com peças de aço.

Taschetto explicou ainda que, para o Exército, a nova tecnologia também é muito útil na fabricação de materiais mais leves para os soldados, “desde equipamentos individuais como capacete, armamento leve, como pistola e fuzil, até armamento pesado, como metralhadora, morteiro, além de peças para viaturas mais leves”.

A produção em escala industrial do material ainda está em estudo na Petrobas. O produto produzido em escala semi-industrial será apresentado no Congresso Mundial de Pesquisadores da Área de Carbono (Carbon 2013), entre os dias 15 e 19 de julho, no Rio de Janeiro e pela primeira vez na América do Sul. As fibras de carbono estão presentes em vários produtos como nas bicicletas, nos celulares e laptops.

Tecnologia cria mapas ultradetalhados a partir de imagens aéreas

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O método é útil, por exemplo, a concessionárias de rodovias, governos e empresas de mineração

Mapas são representações visuais de uma região. Essa é a definição mais objetiva e simples que se pode encontrar dos documentos que reproduzem, em uma superfície plana, os contornos do espaço terrestre. Produzidos desde a antiguidade, eles hoje estão cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas, em diferentes mídias: mapas de ruas para se localizar num grande centro; tecnologias como o Global Position System (GPS), comum em carros; ou em programas como o Google Maps, acessados pela internet.

Fato é que a evolução da tecnologia permitiu avanços impressionantes na cartografia, a ciência que trata da criação, utilização e estudos dos mapas. Exemplo positivo nesse sentido é um projeto inovador realizado por uma empresa e uma universidade do interior de São Paulo. Durante quatro anos, o engenheiro e cartógrafo Roberto da Silva Ruy realizou, na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Presidente Prudente, uma pesquisa de doutoramento que permitiu a criação de um sistema próprio de aerolevantamento digital (produção de mapas a partir de imagens feitas de um avião).

Google mapeia sites maliciosos em que hackers fazem armadilhas

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As informações da nova seção procedem de um programa de navegação segura do Google, lançado em 2006, para alertar os internautas que estiverem correndo o risco de se expor, por exemplo, no caso de sites falsos de bancos ou páginas contaminadas com vírus de computador

A gigante na internet Google expandiu esta terça-feira (25/6) seu Relatório de Transparência para incluir mapas de locais no mundo onde os hackers plantam armadilhas ou tentam atrair usuários da internet.

“Duas das maiores ameaças online são o software malicioso, que pode controlar o seu computador, e ‘phishing scams’ (nr: técnicas de roubo de dados pessoais) que tentam ludibriá-lo para fornecer senhas, ou outra informação privada”, escreveu o engenheiro do Google Lucas Ballard em seu blog. “Então, hoje estamos lançando uma nova seção em nosso Relatório de Transparência que lançará mais luz sobre as fontes de ataques de ‘malware’ e ‘phishing'”, acrescentou.

As informações da nova seção procedem de um programa de navegação segura do Google, lançado em 2006, para alertar os internautas que estiverem correndo o risco de se expor, por exemplo, no caso de sites falsos de bancos ou páginas contaminadas com vírus de computador. “Atualmente, estamos marcando até 10.000 sites por dia e, por estarmos compartilhando essa tecnologia com outros navegadores, há cerca de um bilhão de usuários que podemos ajudar a manter a salvo”, disse Ballard.

A nova seção, disponível no endereço eletrônico, inclui um mapa que mostra as áreas sensíveis de “malware”, como Índia e Europa Central. O Relatório de Transparência do Google também fornece dados sobre demandas do governo ao redor do mundo por informações de seu banco de dados e pedidos de remoção de conteúdo de propriedades online.

Na semana passada, o Google informou ter solicitado a uma corte especial nos Estados Unidos, especializada em investigações de segurança nacional, permissão para ser mais clara com o público sobre o número de pedidos. A corte com sede em Washington sofreu duras críticas, após revelações de que a Agência de Segurança Nacional teve acesso a grandes quantidades de dados no âmbito de um programa de segurança sob a supervisão da corte secreta.

 

Americano celebra nova vida após se recuperar de transplante de face

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O americano Richard Norris, que passou em 2012 por um transplante de face considerado um dos mais extensos já feitos, comemora sua recuperação e sua nova vida pouco mais de um ano após a cirurgia. O homem, que recebeu uma nova mandíbula, dentes e língua em março de 2012, voltou a estudar e trabalha em um livro que conta a história de sua vida.

Richard Norris em foto de 18 de junho durante consulta ao psiquiatra que o acompanha após transplante de face. Imagem foi divulgada nesta sexta-feira (28) (Foto: Patrick Semansky/AP)

Richard atirou acidentalmente contra seu rosto com uma arma de fogo em 1997, e até a cirurgia vivia recluso. Durante o período, ele enfrentou a crueldade de estranhos, lutou contra o vício em remédios e até pensou em suicídio. Agora, depois da cirurgia e com uma recuperação considerada exemplar pelos médicos, ele diz que, se pudesse voltar no tempo, talvez não apagaria o episódio de sua vida.

“Os mais de 10 anos de horror que vivi me deram um grande conhecimento”, disse Norris à Associated Press, em sua segunda entrevista após o transplante. “Isso colocou algumas das melhores pessoas que conheço na minha vida”.

Aos 38 anos, ele começou a fazer aulas pela internet em busca de um diploma em sistema da informação e quer criar uma fundação para ajudar futuros pacientes de transplante de rosto a bancar os gastos durante o tratamento. Ele também tem trabalhado com um fotojornalista em um livro sobre sua vida que foi recentemente finalizado, com o título “As duas faces de Richard”.

Ele espera que sua história envie uma mensagem de esperança para pessoas em situações semelhantes.

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Fotos mostram Richard antes do acidente, após atirar contra si mesmo e a evolução depois de passar pelo transplante de face (Foto: University of Maryland Medical Center e Pat Semansky/AP)

Depois do acidente, Richard ficou sem dentes, nariz e partes de sua língua. Ele podia falar e identificar sabores, mas perdeu o olfato. Quando saía em público, normalmente à noite, se escondia com uma máscara.

Ele passou por dezenas de cirurgias para tentar recuperar sua face, mas eventualmente seu corpo chegou a um limite. Foi quando um de seus médicos sugeriu um transplante de rosto.

O medico Eduardo Rodriguez, que liderou a equipe que fez o transplante, já vinha trabalhando na área há algum tempo. O time explicou todos os riscos, como a rejeição dos tecidos, para todos os familiares. A mãe de Richard, Sandra, lembra do risco de 50% de seu filho morrer durante a cirurgia.

Os tecidos recebidos por Richard eram de Joshua Aversano, um jovem de 21 anos morto após ser atropelado. A família do doador não quis dar entrevistas, mas emitiu um comunicado. “Somos gratos por saber que o legado de Joshua irá continuar através das vidas das pessoas que ele foi capaz de salvar com a doação de órgãos e tecidos”.

Richard contou que conversa com a família do doador regularmente e os mantém atualizados sobre sua vida e condições de saúde.

A cirurgia de 36 horas sofrida por Richard ainda é considerada a mais extensa já conduzida na área de transplante de face porque incluiu o transplante de dentes, mandíbula, parte a língua e todo o tecido desde o couro cabeludo até a base do pescoço.

Richard terá que tomar remédios contra a rejeição dos tecidos pelo resto da vida. O médico que fez a cirurgia disse esperar que o transplante possa ter duração de 20 a 30 anos.
Enquanto isso, o americano que precisou reaprender a falar, comer e andar novamente, vai ajustando a vida aos poucos. Ele continua frequentando a terapia e viaja frequentemente para consultas médicas.

Mas a maior diferença em sua vida é poder aparecer em público novamente sem se sentir observado e excluído. “Infelizmente, as pessoas faziam comentários que nunca fariam a alguém em uma cadeira de rodas, por exemplo”. “Quando eu estava desfigurado, me surpreendia como as pessoas me encaravam. Agora, ninguém presta atenção. A não ser que a pessoa me conheça pessoalmente, ninguém sabe que passei por um transplante de face.”

 

Verdades e mentiras sobre implantes dentários

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Sem medo, alguns tratamentos são mais simples do que parecem

Muito se fala sobre implantes dentários, muitas são as propagandas, e o paciente fica sem saber o que é o que não é possível se fazer. O cirurgião José Jorge Schoichet, membro da American Dental Association, especialista em Implantodontia e Periodontia, elucida algumas questões sobre as quais os pacientes devem estar atentos quando se programarem para este tipo de tratamento.

O cirurgião explica que o implante dentário é um “parafuso” de titânio, geralmente com forma assemelhada à raiz dentária. É utilizado, em Odontologia, como suporte para algum tipo de prótese dentária (não é a prótese propriamente dita, e sim um artifício para “substituir” raízes dentárias perdidas). É instalado no osso do paciente (na mandíbula/inferior ou na maxila/superior), abaixo da gengiva. Sobre o implante, o cirurgião-dentista instalará alguma prótese dentária (esta sim similar aos dentes/coroas perdidos).

Em geral, a partir da idade de adultos jovens (após a finalização do crescimento ósseo, depois da adolescência) até idades avançadas, a maioria dos pacientes pode se candidatar á instalação de implantes osseointegráveis. O fundamental, segundo Schoichet, é um profundo estudo do caso específico do paciente, com exames da cavidade bucal (exame clínico, radiografias, modelos articulados, tomografias) e de saúde geral (exames laboratoriais e risco cirúrgico quando necessário).

No entanto, o cirugião alerta que existem contra-indicações de ordem absoluta, que desabilitam o paciente a receber implantes osseointegráveis, como por exemplo cardiopatas de alto risco e de ordem temporária, como adolescentes antes do término do crescimento ósseo (após a finalização do crescimento estão aptos), usuários de medicamentos tais como alendronato/bifosfonados, pacientes diabéticos e hipertensos “descompensados” (após controle podem se candidatar a receberem implantes ).

O cirurgião José Jorge Schoichet esclarece também que os implantes não rejeitam, pois o titânio (material de que é feito o implante) é bioinerte, não causando nenhum tipo de reação por parte do osso ou do organismo. “Podem haver problemas relacionados ao planejamento pré-cirúrgico( ligado à quantidade ou qualidade óssea), à cirurgia (aquecimento ósseo demasiado, uso de instrumentos com a fiação deficiente) ou ainda ao pós-operatório (infecções  e não cumprimento de orientações pós-operatórias), que podem levar a complicações ou ainda ao insucesso dos implantes”, explica.

Ainda de acordo com o cirurgião, não existem dados científicos comparando os implantes produzidos no Brasil com implantes produzidos no exterior. “O Brasil se encontra hoje numa posição de um dos maiores fabricantes e também exportadores de implantes osseointegráveis do mundo. Os principais fabricantes de implantes dentários do Brasil desenvolvem projetos de pesquisa e desenvolvimento avançados nesta área, principalmente com grandes centros de pesquisa científica nacionais (inclusive algumas delas com aprovação dos órgãos de controle americanos e europeus, além da nossa Agência Nacional de Vigilância Sanitária), diz Schoichet.

O cirurgião também comenta sobre as novidades em implantes dentários. “Esta área está sempre com novidades e em evolução constante. As mais atuais são técnicas que permitem, em casos selecionados, instalar implantes quase sem cortes (mínimas incisões somente para a passagem dos implantes), o que gera um pós-operatório ainda mais confortável. Coroas protéticas que podem ser executadas em impressoras 3D; fresadoras que diminuem o tempo de tratamento e aumentam a precisão dos trabalhos e ainda novos tipos de implantes que vêm diminuindo drasticamente o tempo de espera para a colocação das próteses definitivas”, conclui.