John McAffe está criando um gadget que bloqueia a NSA por menos de US$ 100

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Empresário desenvolveu uma criptografia exclusiva que, segundo ele, não pode ser quebrada pela agência de segurança americana.

ohn McAffe, um dos caras mais excêntricos do mundo da tecnologia, tem agora uma nova invenção para apresentar ao mundo. Depois de ensinar como desinstalar o antivírus da empresa em um vídeo cômico, McAffe agora acredita que pode manter os usuários longe dos olhos da NSA.

O empresário milionário revelou o seu grande plano para desenvolver um aparelho batizado de D-Central, que se comunicará com smartphones, tablets e laptops, criando redes descentralizadas que não podem ser acessadas por agências governamentais.

Criptografia exclusiva por menos de 100 dólares

McAffe afirma ter desenvolvido uma criptografia exclusiva que a NSA não conseguirá quebrar. O empresário também revelou que o dispositivo poderá ser usado largamente em campis universitários dos EUA para o compartilhamento de arquivos em faculdades.

O objetivo de McAffe é construir o gadget e vendê-lo por menos de 100 dólares. De acordo com ele, não haverá nenhuma maneira do governo americano saber quem é você ou onde você está.

Redes privadas inacessíveis

O sistema funcionará através da criação de pequenas redes privadas que atuam como uma “teia negra” que é inacessível para outras pessoas. McAfee diz que ele vem planejando a tecnologia por alguns anos, mas o trabalho no projeto tem se intensificado “rapidamente” ao longo dos últimos meses. 

Segundo McAffe, o gadget não está sendo projetado para substituir a internet: em vez disso, ele vai fornecer uma rede local dinâmica em que os usuários poderão se comunicar e compartilhar arquivos privados. 

Vários dispositivos diferentes

McAffe está agora à procura de parceiros para o desenvolvimento do hardware. De acordo com o empresário, poderão existir três ou quatro variedades de hardware para os usuários finais. E se o dispositivo for proibido nos EUA, McAfee pretende vende-lo em países como Inglaterra e Japão, além do “terceiro mundo”.

No site do projeto é possível conferir uma contagem regressiva para o possível lançamento do produto, dentro de 174 dias. Agora resta apenas aguardar para conferir se a solução realmente será capaz de manter a NSA por longe.

Fonte: TechCrunch

 

 

 

Criado radar portátil para detectar vítimas soterradas

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Protótipo desta tecnologia, denominada Finder (acrônimo de “Finding Individuals for Disaster and Emergency Response” ou Encontrar Indivíduos em Resposta a Desastres e Emergências) é capaz de localizar pessoas debaixo de até nove metros de escombros ou atrás de seis metros de cimento

A Nasa (agência espacial americana) e o Departamento de Segurança Interior americano anunciaram nesta quarta-feira (25/9) ter desenvolvido um radar portátil capaz de detectar os movimentos cardíacos e a respiração de vítimas de um sismo ou um tornado soterradas sob escombros.

O protótipo desta tecnologia, denominada Finder (acrônimo de “Finding Individuals for Disaster and Emergency Response” ou Encontrar Indivíduos em Resposta a Desastres e Emergências) é capaz de localizar pessoas debaixo de até nove metros de escombros ou atrás de seis metros de cimento, a uma distância de até 30 metros.

Esta tecnologia se baseia em um sistema de radar desenvolvido pelo laboratório de Propulsão a Jato da Nasa para rastrear a posição dos aparelhos espaciais, informou a agência em um comunicado. “Finder está usando tecnologia da Nasa para explorar outros planetas para ajudar a salvar vidas humanas na Terra”, destacou Mason Peck, responsável por esta tecnologia na Nasa.

“Este radar tem o potencial de detectar rapidamente a presença de vítimas com vida e pode permitir às equipes de resgate deslocar com maior precisão seus recursos limitados”, disse John Price, do Departamento de Segurança Interior.

Esta tecnologia consiste em emitir sinais de micro-ondas sobre os escombros e analisar as características dos sinais que retornam. Esta mesma técnica é utilizada pela Nasa nas pesquisas espaciais, assim como para rastrear a sonda Cassini, na órbita ao redor de Saturno, em uma tentativa de desvendar os segredos de seus anéis.

“Detectar os movimentos do coração ou os movimentos respiratórios das vítimas de catástrofes à distância se apoia no mesmo sistema usado para detectar pequenas mudanças de movimento de aparelhos como Cassini em sua órbita ao redor de Saturno”, afirmou James Lux, um dos encarregados do sistema Finder.

Em “ponto máximo” de ciclo de 11 anos, Sol surpreende cientistas por inatividade

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Uma das preocupações é que um golpe direto na Terra de uma tempestade solar desligue satélites e sobrecarregue fileiras de redes elétricas

Estamos no ponto máximo do ciclo solar de 11 anos, chamado de máxima solar. A face do Sol deveria estar esburacada de manchas solares, e explosões cataclísmicas de raios X e partículas deveriam sibilar para todos os lados.

Em vez disso, o Sol está tranquilo, quase sem manchas.

Uma semana atrás, uma mancha solar solitária desfigurava um disco amarelo imaculado. Nos dias seguintes, surgiram mais alguns pontos, mas até mesmo uma explosão pequena ou ejeção de massa coronal, na quinta-feira passada, pareciam a tentativa indiferente de uma estrela preguiçosa.

– Na verdade, pouca coisa está acontecendo – afirmou Joseph M. Kunches, cientista espacial do Centro de Previsão Climática Espacial. – Realmente um fiasco. Você dá uma olhada no Sol hoje e fica sem entender nada.

Para quem depende do trabalho de Kunches, como operadores de satélite e empresas de energia, essa é uma notícia boa. Uma das preocupações em nossa civilização altamente tecnológica do século 21 é que um golpe direto na Terra de uma tempestade solar colossal desligue satélites e sobrecarregue fileiras de redes elétricas. Um Sol tranquilo torna tudo isso muito menos provável. Para os cientistas tentando compreender a dinâmica no interior do Sol, esta tem sido uma experiência humilde lhes esclarecendo o quanto desconhecem.

– Se teve alguém que entendeu isso, eu não fiquei sabendo, com certeza – afirmou Douglas Biesecker, físico do Centro de Previsão Climática Espacial e chefe de um grupo de especialistas que publicou previsões sobre o ciclo solar.

Eles têm uma compreensão básica do processo. Dentro do Sol, fluxos de elétrons e prótons geram campos magnéticos que ondulam em uma agenda de aproximadamente 11 anos. A agitação desses campos criam regiões mais frias e escuras – as manchas solares. Os campos magnéticos serpenteantes dentro das manchas solares estalam periodicamente, liberando quantidades enormes de energia em explosões solares e ejeções de massa coronal.

Contudo, alguns ciclos solares são ferozes enquanto outros permanecem calmos. Por que o ciclo é de 11 anos também continua sendo um mistério.

Este ciclo, o 24º desde que os cientistas começaram a fazer registros, tem sido desconcertante desde o começo. Alguns esperavam um ciclo ativo, semelhante aos do passado recente. Outros previam que seria mais tranquilo do que o habitual; tais previsões pareciam prescientes enquanto a calmaria da mínima solar se alongava por mais tempo e de forma mais profunda do que o esperado. Em 2008, o Sol não apresentou manchas durante 266 dias – o mais imaculado em meio século. No ano seguinte, quando a propagação das manchas solares deveria ter recomeçado, o Sol ficou em branco durante 260 dias.

A atividade solar foi retomada em 2010 e, principalmente, em 2011. A seguir, o número de manchas começou a cair novamente. O que não foi necessariamente uma surpresa. Em alguns ciclos anteriores o hemisfério norte do astro se tornou ativo antes, e os cientistas esperavam um segundo pico de manchas enquanto o hemisfério sul entrasse no período ativo.

O hemisfério sul realmente começou a recuperar a energia, mas depois se nivelou e ficou assim durante o último ano, gerando mais perplexidade.

– Com toda a sinceridade, dá a impressão de que o Sol não consegue se decidir – afirmou Biesecker. – É apenas essa coisa plana, sem qualquer movimento.

Caso não exista um segundo pico, e a máxima solar aconteceu na verdade há dois anos, o Ciclo Solar 24 seria extremamente estranho – começando tarde e terminando cedo.

– O que me surpreenderia é se não retomasse no próximo ano – disse W. Dean Pesnell, cientista do projeto do Observatório da Dinâmica Solar, da Nasa.

O Ciclo 14, do começo do século 20, foi igualmente tranquilo. Desta vez, os cientistas solares vêm observando o sol com satélites que fornecem resmas de dados a serem analisados. Segundo Pesnell, já ficou aparente que os padrões de fluxo dentro do Sol são mais complicados do que se supunha.

Apesar das manchas solares mínimas, o Sol ainda está passando pelo resto do ciclo como sempre. Seu campo magnético está prestes a ser invertido, como esperado. Na máxima solar, os campos magnéticos dos polos – em essência – desaparecem por um breve período e, quando reaparecem, apontam na direção oposta. Uma bússola no polo norte do Sol que apontasse para o norte antes da máxima solar, apontaria na direção sul depois da máxima. (Na verdade, a bússola seria vaporizada.) O polo norte já se inverteu; o polo sul está atrasado, mas no mês passado os cientistas do Observatório Solar Wilcox, da Universidade de Stanford, disseram esperar que a transição fosse completada em breve.

– Estamos vendo indicações de que a máxima solar está para acontecer – afirmou Pesnell.

Raposas roubam bolas de golfistas na Suíça

Índice

As partidas de golfe no vilarejo de Verbier –famoso destino turístico na Suíça– ficaram mais emocionantes com um adversário extra.

Raposas têm sido flagradas nos campos de golfe do vilarejo. Elas invadem as partidas e roubam as bolas.

Os jogadores não sabem dizer se elas confundem as bolinhas com alimentos – como ovos, por exemplo – ou se elas estão apenas brincando.

As raposas escondem-se nos arbustos; uma delas chegou a guardar mais de cem bolinhas.

Veja vídeo

 

Extreme trucking – conheça o maior caminhão do mundo: Liebherr T 282C

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Ele impressiona por conta do tamanho e da quantidade carga que carrega. O caminhão trabalha em minas ou obras imensas. Desde 2011 reconhecido pelo Guinness, o Livro dos Recordes, como o maior caminhão do mundo, o Liebherr T282C, fabricado pela Westech, é utilizado em áreas de mineração para transporte de resíduos. Só as rodas desse gigante medem 6,57 metros de altura. E ele não é só tamanho: tecnologias que ajudam na estabilidade do material carregado e que diminuem a formação de poeira fazem dele uma das melhores opções no ramo, além de ser o veículo com a maior capacidade de carga da classe em relação ao peso do caminhão vazio. Funciona a partir de um motor a diesel e tem um sistema de direção personalizado.

Dimensões do Veículo:
Altura: 7,84 metros

Comprimento: 15,31 metros

Velocidade máxima: 64 km/h

Carga máxima: 363 t

Peso total: 600 t

Assista ao vídeo: 

É, ou não é, uma belezura!!!

O soro da verdade funciona?

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Não como todo mundo pensa. Várias substâncias entorpecentes e sedativas, incluindo o ecstasy, a maconha e o LSD, já foram utilizadas como “soro da verdade” desde que o termo surgiu, no início do século 20. Mas, até hoje, nenhuma pesquisa científica conseguiu descobrir uma droga que faça a pessoa perder o controle de si e falar somente a verdade. A ONU é contra o uso desse tipo de substância e, para a Anistia Internacional, utilizar supostos soros da verdade em interrogatórios é considerado um meio de tortura.

A VERDADE DÓI

Soros foram usados por décadas, mesmo com efeitos colaterais e sem eficiência garantida

Culpa do Dr. House

Por volta de 1915, um obstetra dos EUA, Robert House, notou que mulheres em trabalho de parto anestesiadas com escopolamina falavam sinceramente sobre vários assuntos. Então, em 1922, ele testou a droga em dois suspeitos de um crime. Eles negaram as acusações e foram inocentados

Segredo de Estado

Estudos da CIA afirmam que barbitúricos (tipo de sedativo), como o pentotal sódico, poderiam ser usados para baixar a guarda de uma pessoa, revelando sua capacidade de falar outro idioma, por exemplo. Especula-se que a própria agência já tenha utilizado soros da verdade em interrogatórios

Fala, Brasil

No período da Ditadura Militar, o soro foi usado como forma de tortura nas prisões brasileiras. O pentotal sódico era injetado com a intenção de fazer o preso delatar planos e esconderijos. Mesmo com a supervisão de médicos, havia muitos efeitos colaterais, como alucinações

Pega na Mentira

O governo da Índia condena, mas são frequentes as denúncias sobre utilização do soro em algumas regiões do país. Laboratórios regulam o uso de narcóticos em interrogatórios. Em 2012, policiais pediram autorização para aplicar o pentotal sódico em um político suspeito de corrupção

DENTRO DO CÉREBRO

Substâncias causam problema de comunicação

A maioria dos soros da verdade atua no cérebro, inibindo a produção do neurotransmissor acetilcolina. Isso afeta o envio de informações dos neurônios a outras células. A pessoa fica mais desinibida e com a capacidade de julgamento alterada. O coração dispara e é possível ter alucinações, febre alta e convulsões

Conheçam Ralph, o maior coelho do mundo 55 quilos

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Este coelho gigantesco é apenas uma lebre com menos de 55 quilos.

Ralph, um gigante Continental 4 anos de idade, vive no Reino Unido, recuperou o Recorde Mundial do Guinness para o maior coelho – um título que ele tirou um coelho que ele superou em 2010, de acordo com a Fairfax News.

O coelhinho gasta cerca de 90 dólares com alimentos por semana. Cada refeição diária inclui repolho, brócolis, milho em espiga, metade de um pepino, uma cenoura, milho doce, duas fatias de pão integral, duas maçãs, metade de um saco de agrião e biscoitos.

“Ralph engordou  e agora atingiu seu maior peso”,  disse sua dona, Pauline Grant ao Daily Mail.

Ela se preocupa com Ralph , que depende de doações de visitantes para ajudar a alimentatá-lo, mas diz: Ralph é “bem e saudável”.

“Nós temos um grande lugar aqui e ele pode ir a qualquer lugar que ele quiser. Ele tem uma vida fantástica e fica só em uma cabana. Sua dieta é incrível”, disse ela.

Ele vem de uma linhagem de gigantes gentis. Sua mãe, Amy, detinha o recorde de maior coelho até que ela morreu de um ataque cardíaco há quatro anos, e peso de seu pai ganhou o recorde anterior.

 Vídeo: deixe o vídeo carregar

MSN.

Criança de 6 anos escreve livro e arrecada US$ 200 mil para ajudar amigo

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Jonah foi diagnosticado com uma doença rara e Dylan, seu melhor amigo, resolveu encontrar uma forma de ajudá-lo a encontrar a cura

Dylan Siegel, de 6 anos, não conseguiu ficar sem fazer nada ao saber que seu melhor amigo, Jonah Pournazarian, de 7 anos, estava lutando contra uma doença rara e grave, ainda sem cura conhecida. Os dois têm uma amizade especial, principalmente depois da iniciativa tomada por Dylan para arrecadar recursos para ajudar o amigo.

Jonah foi diagnosticado com glicogenose, uma doença incurável que prejudica o armazenamento de glicogênio, fazendo com que o nível de açúcar no seu sangue caia frequentemente. Quando soube disso, Dylan resolveu que iria encontrar uma forma de arrecadar dinheiro para ajudar nas pesquisas sobre a doença, para que seu amigo tivesse uma chance de sobrevivência.

O pai de Dylan sugeriu que ele fizesse uma barraquinha de limonada, como é comum nos EUA, mas Dylan teve uma ideia melhor – queria escrever um livro. Assim nasceu o “Chocolate Bar“ (barra de chocolate), uma obra de 16 páginas escrita e desenhada à mão, que é acompanhada por barras de chocolate. O livro começou a ser vendido na feira de livros da escola, mas a notícia se espalhou e muitas pessoas quiseram comprá-lo ao conhecer seu propósito, o que fez com que mais edições tivessem que ser produzidas.

A história de Dylan e Jonah se espalhou pelo mundo  e a iniciativa de duas crianças contagiou as pessoas ao seu redor. ”Chocolate Bar” conseguiu arrecadar 200 mil dólares até agora e a quantia foi inteiramente doada para que centros de pesquisa consigam entender melhor essa doença rara, e então, encontrar uma cura ou tratamento para ela. Dylan diz que não quer parar por aí – sua meta agora é chegar na quantia de 1 milhão de dólares. Quem duvida de que no futuro este menino será um grande empreendedor?

Com informações de Hypeness

Como apagar memórias ruins durante o sono

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Quando estamos dormindo, nosso cérebro continua trabalhando, arquivando e processando as memórias – inclusive as traumáticas. O sono pode reavivar e melhorar a recordação de acontecimentos ruins, mas, no futuro, poderá também ser possível superar medos e traumas no momento de repouso.

Pela primeira vez, neurocientistas conseguiram manipular memórias traumáticas de pessoas enquanto elas dormiam. Pesquisadores da Universidade Northwestern (EUA) utilizaram uma técnica conhecida como “terapia de exposição”, em que os pacientes revivem seus temores até que o trauma seja extinto ou reduzido. Até o momento, esse tratamento sempre tinha sido realizado por terapeutas com pacientes acordados. Porém, para muitas pessoas, este processo de superação traumática pode ser muito doloroso, principalmente quando envolve acontecimentos recentes.

Para tratar as fobias durante o sono, cientistas induziram o medo em 15 voluntários. Na primeira etapa do estudo, os participantes tiveram que observar dois rostos distintos enquanto recebiam pequenos choques elétricos. Eles também foram expostos a um odor específico ao ver cada face, de maneira que o rosto e o cheiro fossem associados ao medo de receber o choque. Os pesquisadores mediram o medo através da pequena quantidade de suor na pele dos voluntários e por meio de imagens de ressonância magnética.

Após esse condicionamento, os participantes dormiram com eletrodos colocados em suas cabeças, com os quais pesquisadores monitoravam suas ondas celebrais. Quando os voluntários entraram no sono de ondas lentas – fase em que as memórias são repetidas e reforçadas – os pesquisadores reproduziram os mesmos odores da etapa anterior, que produziam medo. Os participantes começaram a suar mais enquanto estavam expostas ao odor, mas a transpiração cessou de modo gradual.

Quando as pessoas foram novamente expostas às imagens dos rostos depois do sono, elas manifestaram respostas menores de medo. Os pesquisadores afirmam que o tratamento não apagou a memória negativa, mas criou novas associações entre o odor e o rosto, que não traziam mais tanto temor. Os voluntários que dormiram por mais tempo e receberam um tratamento mais longo apresentaram melhores resultados. [POPSCI/Scientific American Brasil]