Já pensou em um prato que dá para comer depois de usar?

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Nada mais de louça acumulada: o “Bake.A.Dish” é um projeto que assa pratos feitos de massa de pão ou de biscoito, criado por um estudante de design industrial

O trabalho de lavar a louça pode estar prestes a acabar. Em troca, pães e biscoitos feitos na hora.

Isso porque o estudante de design industrial Saeed Rahiminejad criou o “Bake.A.Dish”, um forno que assa pratos feitos com massa de pão ou de biscoito, dispensando o uso dos pratos comuns.

Eles podem ser customizados tanto no tamanho quanto na quantidade de carboidratos e de fibras, inclusive usando um aplicativo de celular.

Assim, além de um prato comestível, também dá para ter produtos de padaria feitos em casa e sempre frescos.

O projeto também é sustentável: de acordo com o estudante de Teerã, toda a energia gasta para assar os pães vem de painéis solares e a quantidade de água usada é menor do que uma lavadora comum. Além disso, acaba de vez com os pratos descartáveis.

O projeto do iraniano está inscrito no prêmio de design da Electrolux de 2014 e foi selecionado na primeira fase, dos 100 melhores projetos. Ele não está, porém, na segunda fase de seleção, com 70 ideias. O tema dessa edição é “Creating Healthy Homes” (“Criando lares saudáveis”).

Após 70 anos casados, homem e mulher morrem com 15 horas de diferença

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Helen e Kenneth Kedundee, que foram casados por 70 anos

 

Partiu junto um casal que, segundo conhecidos, tomava café da manhã de mãos dadas pelos 70 anos que durou seu casamento.

Helen Kedundee tinha 92 anos quando partiu, na noite desta sexta (23). Seu marido, Kenneth Kedundee, deu o último suspiro na manhã de sábado (24).

Os oitos filhos do casal disseram à imprensa americana que seus pais eram inseparáveis.

“Não se desgrudaram desde que se conheceram, ainda adolescentes. Eles até preferiram dividir a parte de baixo de um beliche, uma vez que foram viajar e os colocaram em cabines separadas do navio”, conta a filha Susan Kedundee.

“Nós sabíamos que, quando um fosse, o outro iria junto”, disse outra filha, Linda. Ela conta que, assim que os médicos contaram que Helen havia morrido, Kenneth falou para os filhos: “A mamãe morreu.” Ele se prostrou na cama e, dizem os filhos, começou a ir embora aos poucos.

“Ele estava pronto”, diz um deles, Cody. “Ele só não queria deixá-la aqui sozinha.”

“Éramos 24 das pessoas que mais o amavam ao redor do seu leito, lendo suas escrituras prediletas e cantando hinos religiosos”, diz Susan.

O casal se conheceu na cidade americana de Newport, em 1944. Kenneth, que estava a quatro dias de completar 21 anos, ainda não podia se casar pelas leis de então do Estado. “Mas ele não podia esperar”, conta o filho Jim. Então os dois pegaram um trem e foram para um Estado vizinho, onde a idade legal era de 19 anos e puderam dizer sim.

O hábito de viajar nunca desacelerou: depois que todos os filhos estavam criados, o casal Kedundee conheceu todos os 51 Estados americanos de ônibus (menos o Alasca e o Havaí, para os quais tiveram de tomar um avião).

“Ele não gostava de voar porque dizia que do avião você não vê a terra passando, então não tinha a sensação de jornada”, explica o filho Jim.

E o filho termina: “Foi por isso que ele esperou minha mãe ir, porque queria ver a jornada antes de ir ao encontro dela”.

 

Silvertape

Silvertape

Ela aguenta 1 tonelada de peso, deu um passeio por Marte e promete eliminar verrugas. Conheça a silvertape, a queridinha da Nasa, da aviação e de todos que precisam dar um jeitinho

1. Entrando pelo cano                                                         

Criada nos EUA nos anos 40, ela surgiu com o nome de “duct tape”, ou “fita para remendar canos”. Isso porque ela é forte e impermeável: a camada externa é de polistileno, um plástico maleável, e a interna é uma malha de algodão com cola. (Agora a pegadinha: a Universidade Berkeley provou que quase tudo serve para selar canos – menos a fita. É que a cola derrete se for exposta ao calor.)

2. Voando alto

Imagine olhar pela janela do avião e ver que a asa está remendada com silvertape. Pois esse é um procedimento permitido. Trata-se, na verdade, da Speed Tape, uma variação que não se decompõe com os raios UV. Desde o fim de 1960, os fabricantes de avião incluem instruções no manual que autorizam os mecânicos a fazer pequenos reparos com a fita, como corrigir danos no revestimento da aeronave, por exemplo.

3. Houston, help

Foi a silvertape que salvou os astronautas da Apollo 13 em 1970. Depois de problemas elétricos os obrigarem a se alojar no módulo lunar, eles corriam risco de se intoxicar de CO2: o filtro da cabine principal era redondo, e o encaixe no módulo lunar quadrado. Como resolver? Usando os materiais disponíveis: papelão, sacos e… silvertape! Com ela, construíram um adaptador improvisado e o ar foi filtrado.

4. A vida em marte

Uma equivalente da silvertape foi usada para segurar fios na sonda da Nasa que investiga vida em Marte. Enquanto passeava por lá, a fita começou a liberar metano, em um processo causado pelos raios UV. Como na Terra a maior parte do metano produzido vem de seres vivos, os cientistas ficaram empolgados, achando que poderia haver sinais de vida em Marte. Mas nada disso, era apenas a fita…

5. Sem verrugas

Um estudo de 2002 do Hospital Infantil de Cincinnati mostrou que silvertape trata verrugas. Bastaria cobri-las por 6 dias, deixar a pele em água morna e repetir o processo por 2 meses até a verruga cair. O estudo foi desmentido depois: o segredo não era a fita. Às vezes as verrugas somem sozinhas, às vezes o que funciona é o tratamento por oclusão – deixar a verruga sem respirar. Na dúvida, não faça em casa.

Fontes Celso Sodré, professor de dermatologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Andrew Schuerger, Space Life Sciences Lab, Universidade da Flórida; “Duct Tape and Sealant Performance”, Laboratório Nacional de Berkeley; Jim Berg e Tim Nyberg, os duct tape guys; Anac; Nasa.

Por que os gatos enterram suas fezes?

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A ciência ainda não possui uma resposta definitiva, mas os estudiosos do comportamento animal têm pelo menos uma teoria. “Supomos que eles façam isso para apagar as pistas de sua presença, para se defender de predadores. Mas também acontece de eles deixarem as fezes expostas – nesse caso, a intenção seria inversa: demarcar seu território”, diz o veterinário Gélson Genaro, da USP, especialista em gatos. Mesmo que os bichanos domésticos não tenham mais predadores hoje em dia, o comportamento é explicado pela sua herança genética.

O ato de enterrar as fezes tende a ocorrer em áreas mais próximas dos locais de descanso e de alimentação, onde normalmente também fica aquela caixinha de areia destinada às suas necessidades. Já a exposição das fezes costuma ocorrer nas fronteiras de seu território, como um jardim ou quintal. A explicação dos especialistas derruba um velho mito sobre o assunto: “É equivocado pensar que os gatos fazem isso porque têm um comportamento higiênico. Isso seria um ponto de vista humano da situação”, afirma Gélson.

Controlar a vontade de comer doces

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As guloseimas estão entre as principais vilãs de qualquer dieta, mas algumas estratégias ajudam a diminuir o desejo por açúcar

Doces estão vinculados a uma ideia de felicidade. Eles são presença certa em comemorações e ajudam a apaziguar os ânimos em momentos estressantes — depois de um dia difícil no trabalho, é comum se considerar merecedor de uma generosa fatia de bolo de chocolate. De fato, os doces fornecem energia ao organismo e estimulam a produção de um hormônio ligado ao bem-estar, a serotonina, provocando uma sensação de prazer quase tão viciante quanto uma droga – o corpo quer sempre mais. E é por isso que as guloseimas, calóricas e muitas vezes cheias de gordura, estão entre as piores vilãs de qualquer dieta.

É possível enganar o cérebro para reduzir o apetite por doces. Segundo Cintia Cercato, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), o maior aliado nessa tarefa é o exercício físico. “Estudos já mostraram que, logo após praticar uma atividade física, as pessoas tendem a ter menos vontade de comer açúcar, gordura e carboidratos”, explica. Além disso, controlar fatores como o stress e a ansiedade também ajudam a diminuir a ânsia pelas guloseimas. “Algumas pessoas usam os doces como antidepressivos. Então, ter uma boa vida afetiva contribui para que a pessoa não desconte a frustração nos doces”, afirma a endocrinologista Gláucia Carneiro, da SBEM.

Site lista 10 maneiras naturais de ter um “barato”; confira

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Muitos dos compostos psicoativos legais e ilegais presentes na sociedade trabalham trazendo a sensação e prazer. E o prazer é o que nos faz prosperar e sobreviver. Os nossos genes esperam que nos sintamos bem, e não apenas sigamos cumprindo tarefas das quais somos obrigados.

O site do jornal Huffington Post reuniu 10 formas de acionar estes centros de prazer do cérebro. Ou seja: alguns meios de ter um “barato” de forma natural, alcançando alguns níveis de expansão de consciência, exaltação e euforia. Confira.

1. Exercícios físicos
Uma pesquisa recente indica que o “barato” é provavelmente mediado por dois compostos químicos endógenos: betaendorfina, envolvida na redução da dor e no relaxamento; e a anandamida, um endocanabinóide também responsável pela redução da dor e pela euforia.

Estudos indicam que leva cerca de uma hora de treinamento de resistência para que as betaendorfinas sejam liberadas, enquanto que o treinamento anaeróbico produz níveis significativos de opióide (quanto mais intenso, melhor).

2. Malhar em grupo
Um estudo mostrou que o limiar de dor de remadores foi maior depois de passaram e treinar em grupo. Em outra pesquisa, foi identificada uma explosão de oxitocina – o “hormônio do amor” – depois da celebração ao fim do jogo.

Além disso, quanto mais nossos antepassados gostavam de trabalhar em conjunto, melhor eram suas chances de sobreviver. Isso pode explicar porque modalidades em grupo, como o CrossFit, acabaram se tornando tão populares.

3. Esportes extremos
Os esportes radicais colocam o corpo em situações extremamente estressantes. É um exercício físico, sim, mas também é exercício mental. Quando você está pulando de um penhasco ou avião, o seu cérebro pensa que você pode morrer.  O resultado é uma onda de hormônios poderosos, incluindo adrenalina, dopamina e beta-endorfinas.

Seu coração trabalha mais e mais rápido, envia mais sangue e mais rapidamente para os músculos e para o cérebro.

4. Comida apimentada
Imagina uma pimenta forte, algo diferente de tudo o que já comeu. Com certeza você guarda dessa memória algo a  mais do que o ardor na língua.

Embora não existam fortes evidências de que comer alimentos apimentados cause efeitos psicoativos em humanos, alguns estudos com animais demonstraram que a capsaína (principal componente picante em pimentas) pode liberar betaendorinas e adrenalina. Além disso, ela também tem propriedades analgésicas.

Além disso, existe outra justificativa fisiológica para isso: se as pessoas ficam felizes ao comer alimentos que queimam a boca, certamente há algo de bom neles.

5. Amor
O amor faz as pessoas se sentirem bem. Uma revisão de vários estudos mostrou que nada menos do que 12 diferentes regiões do cérebro são ativadas pela cascata de químicas como a dopamina, adrenalina, serotonina, oxitocina, entre outros, quando estamos apaixonados.

Como resultado, você se sente feliz e dopado ao mesmo tempo; confuso e excitado, ansioso e confiante. E também não consegue tirar o sorriso do rosto.

6. Natureza
A maioria de nós está divorciada do seu lar ancestral – o ambiente natural ao ar livre. Quando se está numa praia, no topo de uma montanha, ou na neve, é possível perceber coisas diferentes. O cérebro funciona melhor. É possível eliminar a desordem sensorial que a cidade acaba ocasionando.

7. Sexo
Fazer sexo libera uma série de drogas endógenas, hormônios e neurotransmissores. Durante a excitação, o corpo expele poderosos estimulantes. O coração fica acelerado, a pressão sanguínea aumenta, tudo à serviço da entrega de sangue extra para várias partes importantes do corpo.

Após o clímax, a corrente sanguínea recebe um coquetel inebriante de prolactina, oxitocina e outras substâncias. Durante a ejaculação masculina, o cérebro do homem aparentemente se ilumina, como acontece com usuários de heroína. Estudos de neuroimagem com mulheres durante o orgasmos também demonstraram uma significativa ativação de centros de prazer do cérebro.

8. Música
A maioria das pessoas já passou pela experiência de sentir os pelos do corpo arrepiados ao ouvir uma música emocionante. A ciência já confirmou a existência de calafrios estimulados pela música.

9. Sonhar
Imagine o momento em que está divagando com amigos e falando sobre como tudo é possível. Os sonhos são a única coisa que fazem com que você possa se sentir uma criança novamente. E o melhor de tudo: você tem acesso direto a eles. É um grande mistério que exploramos diariamente.

Toda noite, entramos em um mundo fantástico que é fruto da nossa própria criação. Neste mundo, o tempo é relativo. Podemos viver uma vida toda em um único ciclo de sono. Nos tornamos artistas, escritores, contadores de histórias. Interagimos com este mundo como se ele fosse real.

A explicação química, segundo alguns pesquisadores, é que o nosso cérebro libera pequenas quantidades de dimetiltriptamina, um poderoso composto psicodélico, durante o sono.

10. Humor
Gargalhar é uma coisa engraçadas e contagiante. Se algo é muito, muito engraçado, você não pode controlar o riso. E o ato produz contrações musculares que liberam betaendorfinas.

Uma modalidade da ioga focada na gargalhada mostra que o risco pode ser conscientemente realizado mesmo que nada engraçado aconteça – e isso resultará em um impacto positivo. Mas dar risada pelos meios naturais, com um amigo engraçado ou um programa de TV ainda é o melhor remédio.

Chinês mastiga alimentos para filha doente há 18 meses

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Menina de 3 anos pesa apenas 7 quilos e foi internada por ter acalasia, uma doença no músculo do esôfago que a impossibilita de mastigar e causa dificuldade para engolir

Um homem alimenta a sua filha de uma maneira pouco convencional, na cidade de Taiyuan, na China. Wang Zhihua mastiga cuidadosamente todos os alimentos antes de passá-los, boca a boca, para sua filha de três anos. A menina é incapaz de mastigar alimentos sólidos e, com a prática do pai, consegue ser mantida viva. As informações são da agência chinesa Xinhua.

Solteiro, Zhihua, de 27 anos, tem persistido na prática há 18 meses. Sua filha, Wang Keran, pesa apenas sete quilos e foi internada por ter acalasia, uma doença no músculo do esôfago, que causa dificuldade para mastigar e engolir. Em 2012, ela começou a vomitar e seus dentes cairam, por causa da desnutrição.

A menina de três anos não teve o tratamento adequado porque seu pai não podia arcar com as despesas. Assim, seu estado de saúde piorou.

Com a divulgação do caso, a família recebeu o equivalente a R$ 60 mil em doações até este domingo. Como o tratamento é mais barato que isso, Zhihua prometeu doar o que sobrar do dinheiro para instituições de caridade, depois que sua filha se curar.

Uso errado de colírio pode provocar glaucoma

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Entidades médicas chegam a consenso sobre risco de produtos oftalmológicos com corticoide; atualmente, são vendidos sem controle

Em um ano, a visão do adolescente Alefe Nogueira passou de perfeita para quase inexistente. Aos 13 anos, ele está praticamente cego. Só enxerga feixes de luz. A causa do problema não foi uma doença hereditária nem um acidente. O uso contínuo de um colírio, vendido sem receita em qualquer farmácia, foi o causador da perda de visão.

Alefe é um dos muitos jovens que ficaram cegos ou com baixa visão após desenvolver um tipo de glaucoma causado pelo uso inadequado de produtos oftalmológicos com corticoide. Esta segunda-feira, 26, é o dia nacional de combate à doença.

A falta de controle sobre a comercialização desse tipo de produto é alvo de críticas de entidades médicas. No mês passado, a Sociedade Brasileira de Glaucoma editou um consenso classificando esse tipo de glaucoma como o mais comum entre aqueles de causa conhecida e, portanto, o mais evitável.

“O uso do colírio com corticoide pode ser benéfico em muitas situações, mas seu uso crônico, sem indicação médica, é o que traz problema. Quando usado por anos, o corticoide provoca danos na estrutura do olho que levam ao aumento da pressão ocular, o que pode causar cegueira”, diz Augusto Paranhos Jr., professor livre-docente da Escola Paulista de Medicina e coordenador do consenso.

Foi o que aconteceu com Alefe. “Em 2008, ele teve uma conjuntivite alérgica e o médico nos receitou um colírio com corticoide. Depois, todas as vezes que ele voltou a ter essa mesma alergia nem voltei ao médico, já passava na farmácia e comprava. O médico não nos alertou do perigo. Se a farmácia exigisse receita, com certeza isso não teria acontecido”, conta o comerciante Alexandre da Silva Nogueira, de 36 anos, pai de Alefe.

O adolescente fez uso contínuo do colírio por quase quatro anos, até começar a apresentar problemas de visão. “Achei que ele precisasse de óculos. Só depois descobrimos o problema e já estava grave”, conta Nogueira.

Segundo Paranhos Jr., a falta de sintomas torna a situação ainda mais perigosa. “A pressão do olho vai subindo aos poucos, mas sem que o paciente sinta nada. Quando o problema é descoberto, costuma estar num estágio irreversível”, diz.
Regulação. Presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma, Francisco Eduardo Lopes Lima diz que a entidade já protocolou, sem sucesso, duas solicitações de regulação da venda desses produtos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A sociedade defende que a retenção da receita médica seja obrigatória.

“A primeira solicitação foi feita em 2011 e ficou sem retorno. A segunda foi protocolada em 2013 e recebeu como resposta uma explicação sobre outro assunto. A impressão é que eles nem leram nosso pedido. É um total descaso”, diz ele.

Em nota, a Anvisa afirmou ao Estado que “todas as demandas referentes ao controle de medicamentos estão sendo tratadas em um grupo coordenado pela agência que avalia formas para fazer com que, no Brasil, a prescrição médica seja, de fato, respeitada”. A agência diz que “não adianta tratar cada medicamento de forma individual”, mas garantir que a receita seja exigida pelas farmácias.

Para Lima, alguns medicamentos com efeitos colaterais graves devem ser tratados de maneira individual. “Assim como passaram a exigir retenção de receita para antibióticos, o mesmo deveria ocorrer com os colírios com corticoide.”

Paciente paralisado dá 12 passos com exoesqueleto em SP

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O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis divulgou nesta quinta-feira mais um vídeo de um paciente que caminha com o exoesqueleto desenvolvido pelo projeto Andar de Novo (Walk Again). Nicolelis, em sua página no Facebook, ainda informa que o teste ocorreu no laboratório de São Paulo do programa que envolve dois continentes.

O grupo liderado por Nicolelis, e que envolve mais de 100 cientistas em dois continentes, pretende desenvolver um exoesqueleto robótico que possibilite um paraplégico a dar o pontapé inicial da Copa do Mundo de Futebol em 2014 diante de 70 mil pessoas e outros quase 3 bilhões de telespectadores.

O primeiro voluntário a utilizar o equipamento, chamado de BRA-Santos Dumont 1, deu 18 passos e três chutes.

Vídeo:

Pesquisa aponta que vinho tinto ajuda a combater cáries

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Uma pesquisa publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry mostrou que o vinho tinto pode proteger os dentes contra cáries, assim como o extrato de semente de uvas. Os pesquisadores afirmaram que a descoberta pode ajudar o desenvolvimento de produtos naturais que combatam as doenças dentárias.

Maria Victoria Moreno-Arribas, do Conselho Nacional de Pesquisa da Espanha, e sua equipe fizeram uma experiência laboratorial com diversos líquidos para testar o combate a cáries. O vinho tinto, com ou sem álcool, com extrato de semente de uva se mostraram mais eficazes em se livrarem das bactérias. As informações são do Daily Mail. 

As doenças dentárias, de acordo com os pesquisadores, são extremamente comuns no mundo todo. As cáries, doenças na gengiva e perda dentária afetam um número estimado de 60% a 90% da população mundial. Os problemas, segundo os especialistas, começam quando certas bactérias na boca se reúnem e formam biofilmes, comunidades difíceis de matar. Eles formam placa e produzem ácido, que começa a danificar os dentes. Mesmo com o uso de flúor e escovação adequada, os efeitos são limitados.

Mas as constatações sobre o vinho nem sempre são positivas, já que outro estudo recente apurou que a bebida não aumenta a expectativa de vida, como já fora divulgado anteriormente.