Polaroid ressuscita foto instantânea em máquina digital

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Uma volta ao passado com um pé no futuro. Esse foi o mote da apresentação da Polaroid para a imprensa no Photo Image 2014, evento em São Paulo sobre as novidades da fotografia. A companhia americana com 75 anos de história no setor apresentou a Polaroid Socialmatic, um gadget que une os aplicativos da câmera digital com a interatividade da câmera instantânea em um só produto, ressuscitando uma história de 66 anos.

Lendária, a Polaroid sempre foi conhecida por modelos de fotos instantâneas. Desde 1948, a companhia produz modelos do gênero, mas com a era digital, a empresa perdeu espaço para câmeras da Samsung, Sony, Nikon, Canon e outras companhias que avançaram no setor.

“A Polaroid é uma marca icônica, reconhecida ao redor do mundo por pioneirismo e por inventar na fotografia. Nós entramos em um pioneirismo que junta a câmera analógica com a câmera digital”, disse o americano Ari Zlotoff, diretor de desenvolvimento de negócios globais da Polaroid. “Nós temos orgulhos de nossa herança, assim como do nosso papel no mundo da imagem.”

A nova máquina custa R$ 1.699 e funciona com uma impressora interna de 2 x 3 polegadas Zink, câmera frontal de 14 megapixels, câmera traseira de 2 megapixels, flash de LED, tela touchscreen de 4.5 polegadas, armazenamento interno de 4 gigabytes, alto-falantes, além de GPS, Wi-Fi e Bluetooth e Android 4.4 (KitKat), que permite o compartilhamento nas redes sociais.

O papel de impressão das fotos é o Zink, que custa R$ 89 na versão de 30 folhas e R$ 139 na opção com 50 folhas. A Poloraid Socialmatic vem nas cores preta e branca, sendo que a branca é similar ao símbolo do Instagram.

A câmera estará disponível no último trimestre de 2014, em outubro.

Velha Polaroid x Nova Polaroid 

Como parâmetro de comparação, o Terra questionou Ari Zlotoff sobre as diferenças da Polaroid Socialmatic com uma câmera de quase vinte anos atrás, a Polaroid Close Up 636, um clássico para os fãs de foto instantânea.  

“A companhia precisou se envolver com o mercado e responder como os consumidores gostam de capturar, compartilhar e consumir conteúdo nos dias de hoje”, disse o executivo. “Nós estamos esperançosos que a Socialmatic pode ser a próxima geração das câmeras, porque permite usar as tecnologias dos dois mundos. O mundo analógico, que permite ao usuário tirar a foto e não salvar. E o mundo digital, que não deixa você imprimir as fotos (instantaneamente).”

O executivo abordou que a companhia ainda acredita na câmera analógica, mesmo após tantos anos e avanços na tecnologia e cita uma frase bastante usada pela empresa. “A Polaroid foi a rede social original. E completará este ciclo completo com o lançamento deste produto, permitindo as pessoas capturar, imprimir, criar e compartilhar fotos de um modo que nunca antes foi possível”, disse Zlotoff.

“Nós definitivamente acreditamos em fotografia instantânea, vemos demandas em todas as nossas câmeras instantâneas que continuaram crescendo nos últimos anos.”

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Cientistas procuram vestígios de uma civilização antiga em lago quirguiz

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Os arqueólogos-submarinistas russos participam da expedição científica de busca da civilização antiga no fundo do lago alpino Issyk-Kul.

De acordo com Nikolai Lukashov, membro do Comitê Científico da Confederação de Atividade Submarina da Rússia, que chefia a parte russa da expedição, o objetivo da expedição é a verificação da hipótese sobre a existência no atual território do lago de povoados e objetos da chamada cultura de Andronovo.

Revelou que os arqueólogos-submarinistas continuarão pesquisas do povoado, descoberto no fundo do lago Issyk-Kul durante a expedição do ano passado. Os dados da análise de radiocarbono mostram que este povoado existiu durante mais de três mil anos. Os cientistas pretendem também reiniciar a busca de um mosteiro medieval, apontado num mapa catalão de 1375 como local em que jazem os restos do evangelista Mateus. Estas tarefas exigem uma série de mergulhos a grande profundidade num ambiente hidrológico difícil, apontam os cientistas.

O lago Issyk-Kul faz parte da lista de 25 lagos do mundo que possuem a maior superfície aquática e é o sétimo na lista de lagos mais fundos do mundo. A sua profundidade chega a 700 metros.

 

Cientistas britânicos criam órgão do sistema imunológico através da reprogramação do DNA

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Os cientistas britânicos criaram um órgão — o timo (glândula timo) — através da reprogramação das células do DNA, informa o Daily Telegraph.

De acordo com o jornal, os investigadores da Escócia conseguiram crescer e implantar uma glândula timo do rato — um órgão do sistema imunológico.

Uma equipe de pesquisadores, liderada pela professora Clare Blackburn, do centro da medicina regenerativa, na Universidade de Edimburgo, usou como matéria-prima os fibroblastos (células do tecido conjuntivo) do embrião de um rato. Em seguida, os pesquisadores reprogramaram-nos, mudando o trabalho de um único gene. Como resultado, nas células aumentou o nível de proteína FOXN1 que assegura o desenvolvimento do timo durante a construção de órgãos no embrião.

Tal conquista é um passo importante no caminho para um sonho dos cientistas relativamente ao cultivo artificial de órgãos para transplante às pessoas com sistemas imunológicos enfraquecidos.

Cratera misteriosa de 60 metros intriga fazendeiro na Grã-Bretanha

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Cratera misteriosa de 60 metros intriga fazendeiro na Grã-Bretanha

Proprietário busca explicação para buraco que apareceu após série de barulhos estrondosos no interior da Inglaterra.

 

Um fazendeiro em Bishop Auckland, na zona rural do nordeste da Grã-Bretanha, ficou surpreso com uma cratera que surgiu na sua propriedade há poucos dias.

John Hensby e sua mulher contam que na semana passada ouviram um barulho estrondoso e uma enorme quantidade de pedra e solo sendo engolida 60 metros terreno abaixo.

As rachaduras no chão indicam que a cratera, tão alta que se assemelha a um precipício, pode crescer ainda mais nas próximas chuvas.

O proprietário diz que desde então tem tentado evitar que outras pessoas se aproximem do buraco. Na prática, argumenta Hensby, se alguém se machucar é ele ou a mulher quem vai ter que chamar a ambulância.

Veja o vídeo.

Homem declarado morto é achado 37 anos depois vivendo com outro nome

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Ronald Stan tinha desaparecido em 1977 em Ontário, no Canadá.
Polícia canadense descobriu que ele vive com outro nome nos EUA.

Um canadense que tinha desaparecido em 1977 após um incêndio em um celeiro na província de Ontário, no Canadá, foi encontrado vivo e morando em Oklahoma, nos EUA, acordo com a polícia de Ontário.

O homem tinha sido declarado morto em 1986, nove anos depois do incêndio registrado no celeiro de sua propriedade. As equipes de resgate chegaram a cavar na tentativa de encontrar seu corpo na época, mas não tiveram sucesso.

As autoridades disseram que Ronald Stan, que tinha 32 anos quando desapareceu, foi descoberto recentemente vivendo sob o nome de Jeff Walton em Oklahoma.

Apesar de viver com outro nome, a polícia disse que ele não deve enfrentar acusações criminais no Canadá.

Médicos retiram feto de corpo de mulher 36 anos após gravidez na Índia

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Mulher teve gravidez fora do útero, e bebê morreu quando ela tinha 24 anos.
Na época, ela se recusou a fazer cirurgia para retirada do feto.

Médicos indianos removeram o esqueleto de um feto que estava dentro do corpo de uma mulher há 36 anos. A mulher, atualmente com 60 anos, ficou grávida quando tinha 24 anos. Entretanto, foi uma gravidez ectópica (fora do útero), e o bebê acabou morrendo, disse um dos médicos à AFP.

Na época, a mulher, que é de uma área rural pobre no centro da Índia, ficou aterrorizada com a ideia de fazer uma cirurgia para retirar o feto, e apenas buscou medicação para dor em uma clínica local.

A dor passou, mas acabou voltando anos depois, forçando a mulher a procurar ajuda médica em um hospital.

“Ela chegou reclamando de dor no abdômen”, disse o médico Murtaza Akhtar, chefe da área de cirurgia do Instituto de Ciências Médicas Salve, em Nagpur.

Os médicos sentiram um nódulo em sua barriga e temeram que fosse um câncer. Mas os exames mostraram a presença de uma massa calcificada. Os médicos contaram inicialmente eles não souberam identificar do que se tratava. “Era um esqueleto encapsulado em um saco calcificado”, disse o médico.

A mulher passou por uma cirurgia para a retirada da massa, que estava alojada entre o útero, os intestinos e a bexiga da paciente. “Ela ficou chocada ao descobrir o que tinha acontecido. Mas agora está bem e se recuperando”, disse Akhtar.

A equipe fez buscas na literatura médica e encontrou outro caso semelhante na Bélgica – no qual uma mulher ficou com um feto no abdômen por 18 anos após uma gravidez ectópica.

Mar na costa leste dos EUA está vazando muito metano

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Especialistas acham que isto pode contribuir com aquecimento global

 

Cientistas descobriram pelo menos 570 pontos da costa leste dos EUA onde está ocorrendo vazamento de metano, um dos mais poderosos gases de efeito estufa do planeta.

Um estudo publicado ontem na Nature Geosciences descobriu um número incomum deles entre Cape Hatteras e Georges Bank, no Atlântico Norte, em profundidades de 800 a 2.000 pés.

Os pesquisadores, que ficaram um tanto surpresos com a descoberta, sugerem que pode haver muitos mais deles, até 30.000, que provavelmente existem há pelo menos 1.000 anos.

Pesquisas adicionais serão necessárias para confirmar, mas teme-se que o fenômeno possa contribuir com o aquecimento global.

Os cientistas acreditam que, dados os locais onde os vazamentos foram encontrados, eles provavelmente criam uma matéria gasosa chamada hidrato de metano, o que pode resultar em bolhas de gás liberadas na água, possivelmente como consequência do aquecimento do oceano.

Não há evidência de que o gás esteja chegando à atmosfera, mas especialistas afirmam que ele poderá afetar a acidez da água ao se dissolver nela.

O principal autor do estudo, Adam Skarke, da Universidade Estadual do Mississipi, disse ser “a primeira vez que vemos este grau de vazamento fora do Ártico que não está associado a reservas de gás ou petróleo ou a placas tectônicas ativas.”

Os vazamentos de metano ocorrem em muitos lugares, mas geralmente em áreas tectonicamente ativas, como na costa oeste dos Estados Unidos, ou ligadas a bacias profundas de petróleo, como no Golfo do México.

Alguns deles estariam migrando através de sedimentos de reservatórios mais profundos de gás, informa o Boston Globe.