Menino de oito anos fatura US$ 1 milhão com vídeos no YouTube

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Criador do canal de vídeos EvanTubeHD, Evan faz resenhas de brinquedos e jogos

O que você estava fazendo aos oito anos? Provavelmente dividindo o tempo entre escola e brincadeiras, diferente do Evan. Criador do canal de vídeos EvanTubeHD, o menino já tem um faturamento de 1.3 milhão de dólares.

Em seus filmes, Evan faz resenhas sobre os novos brinquedos e jogos de vídeo game lançados no mercado. Com ajuda da família, ele edita e publica os vídeos. A ideia surgiu após Evan e seu pai criarem um stop-motion com personagens de Angry Birds. Segundo Jared, pai do garoto, todo dinheiro que o menino recebe fica guardado em uma poupança.

Jared explica que formou uma equipe com objetivo de vender espaço para publicidade e negociar acordos com marcas de brinquedos. Assista ao vídeo abaixo:

Vídeo:

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Muro Vivo reduz temperatura do ar em até 6ºC, diz estudo da Unicamp

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Pesquisa também se mostrou eficaz na retenção de calor nos dias frios.
Técnica também pode atuar no atraso térmico nos horários de pico.

Pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) elaborada pelo arquiteto e urbanista Fernando Durso Neves Caetano confirmou que o muro vivo externo, conhecido como living wall e utilizado em residências e edifícios, é capaz de reduzir a temperatura do ar em até 6 ºC nos dias quentes de verão.

O estudo também se mostrou eficiente nos dias frios, com retenção de calor de até 3ºC.  A técnica que utiliza placas rígidas que possuem bolsas de feltro em sua superfície, nas quais as plantas podem ser inseridas, foi desenvolvida na Europa nos anos de 1980.

O arquiteto testou a técnica em um prédio da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo no campus da Unicamp. “O Muro Vivo pode ser utilizado em qualquer edificação que tenha paredes, tanto em suas superfícies externas, quanto em interiores, podendo cobrir toda a alvenaria ou apenas uma porção”, explica o pesquisador.

O arquiteto ressalta ainda que a técnica busca maneiras de promover o conforto térmico em edifícios, sem grandes gastos energéticos, como acontece no uso do ar condicionado.

Atraso térmico
A pesquisa sobre living wall também confirmou a eficácia em relação ao atraso térmico, ou deslocamento dos picos de temperatura.

Segundo Neves Caetano, o atraso foi de 4 a 5 horas. Geralmente, as temperaturas extremas se dão às 15h nos dias quentes e 6h, nos frios em paredes desprotegidas. Com o living wall, os horários passaram para 20h e 9h. A vegetação é responsável por 80% do amortecimento térmico. O atraso térmico se deveu às outras camadas do sistema.

As plantas que mais se adaptaram são: rosinha de sol (aptenia cardifolia); dinheiro em penca (callisia repens); grama amendoim (arachi repens); evôlvulo (Evolvulus glomeratus); peperômia (peperômia serpens); e abacaxi roxo (Transdescantia spathancea).

Estudo investiga a origem do senso de justiça entre humanos

Índice

Princípio poderia estar ligado à obtenção de interesses por benefícios a longo prazo

O modo como os humanos se relacionam com a injustiça evoluiu com o passar dos anos a partir da percepção de que cooperação traz benefícios a longo prazo. Esta é a hipótese defendida por uma equipe de investigadores das universidades da Georgia (EUA) e Emory (Atlanta, EUA). O estudo foi publicado nesta quinta-feira, 18, na revista especializada “Science”.

A pesquisa analisa dados de humanos e primatas e indica que a resposta para o desenvolvimento do sentido de justiça entre os homens pode estar na capacidade (única) de enfrentar situações ou partilhas desiguais – mesmo que temporariamente – na expectativa de obter benefícios a longo prazo.

Os autores da investigação, Sarah Brosnan e Frans de Waal, explicam que muitas espécies cooperativas protestam, passiva ou ativamente, quando são menos recompensados que outro membro do grupo por realizar uma mesma tarefa. Porém, apenas os primatas parecem equilibrar tais resultados, mesmo que para seu próprio prejuízo.

Macacos e humanos são conhecidos por reagir rapidamente (e negativamente) quando as recompensas são distribuídas de forma desigual entre os indivíduos que trabalharam igualmente. Contudo, eles também têm habilidades cognitivas avançadas que lhes permitem vislumbrar oportunidades futuras.

Pioneiros no tema, Brosnan e Waal iniciaram os estudos sobre justiça entre macacos em 2003. A nova investigação ratifica a anterior e reúne estudos de literatura realizados por outros investigadores.

Embora o senso de justiça seja fundamental para os seres humanos, até o momento era desconhecido como esta percepção surgiu.

“Este senso de justiça é a base de muitas coisas na sociedade humana, desde a discriminação salarial a políticas internacionais”, afirmou Brosnan. “O que nos interessa é o motivo pelo qual os seres humanos não estão satisfeitos com o que têm, mesmo que seja bom o suficiente, se alguém tem mais”.

Europeus surgiram a partir de três tribos

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A pesquisa foi feita a partir da análise do genoma dos restos de nove europeus que viveram na antiguidade

O europeu moderno teve origem a partir da mistura, ao longo dos últimos 7 mil anos, de apenas três tribos da antiguidade, segundo um estudo publicado na revistaNature.

A principal miscigenação partiu do encontro de uma tribo de caçadores de pele morena e olhos azuis com outra vinda do Oriente e formada por fazendeiros de pele clara e olhos castanhos.

Uma terceira tribo de características siberianas também contribuiu para a formação da genética europeia moderna.

A pesquisa foi feita a partir da análise do genoma dos restos de nove europeus que viveram na antiguidade.

Caçadores

A agricultura surgiu no Oriente, em território hoje formado pela Síria, o Iraque e Israel, antes de se expandir para a Europa há cerca de 7,5 mil anos.

Evidências apontavam que este novo estilo de vida havia se espalhado pelo continente com a chegada de imigrantes, que tiveram filhos com integrantes de tribos europeias de caçadores com os quais encontraram em seu caminho migratório.

Mas as crenças sobre a origem europeia tinham como base os padrões genéticos de pessoas vivas. A análise do DNA de ossos antigos testou estas teorias e trouxe algumas surpresas.

O DNA contém instruções bioquímicas para a construção do organismo humano e se encontra no núcleo de nossas células.

No novo estudo, David Reich e seus colegas da Escola de Medicina de Harvard estudaram o genoma de sete caçadores da Escandinávia, de um outro caçador cujos restos mortais foram encontrados em uma caverna em Luxemburgo e de um fazendeiro de Stuttgart, na Alemanha.

Os caçadores chegaram à Europa milhares de anos antes do surgimento da agricultura, se abrigaram no sul do continente durante a Era do Gelo e se espalharam no período conhecido como Mesolítico, depois que as camadas de gelo derreteram no norte e no centro da Europa.

O genoma do grupo não corresponde ao de nenhuma população moderna, o que indica que ele se perdeu com a evolução humana, na transição para uma sociedade baseada na agricultura.

No entanto, seus genes sobrevivem no DNA de europeus modernos, principalmente naqueles que vivem no norte e no leste do continente.

O genoma do fazendeiro de Stuttgart tinha um padrão completamente diferente, compatível com o da população atual da ilha da Sardenha, na Itália, e era bem diferente do genoma dos caçadores antigos.

Mas, apesar dos fazendeiros da antiguidade compartilharem algumas similaridades genéticas com populações atuais do Oriente, também há diferenças significativas.

Reich sugere que migrações mais recentes à “terra natal” dos fazendeiros podem ter diluído seu material genético nesta região.

Os genes responsáveis pela pigmentação dos olhos e da pele de caçadores e fazendeiros mostra que, enquanto o cabelo escuro, os olhos castanhos e a pele alva dos fazendeiros antigos não seria algo estranho nos dias de hoje, os caçadores se destacariam na multidão.

“Eles tinham uma combinação de pele escura e olhos azuis que não existe mais nos dias de hoje”, disse Reich à BBC.

Carles Lalueza-Fox, do Instituto de Biologia Evolucionária em Barcelona, na Espanha, disse que a pesquisa contraria as noções atuais destas populações antigas.

“As reconstruções das populações mesolíticas sempre as mostraram com pele alva. E os fazendeiros às vezes aperecem com pele escura. Esse estudo mostra que era o contrário.”

Pele clara

Então, de onde veio a pigmentação mais clara dos europeus de hoje? Provavelmente os fazendeiros tinham um gene de pele mais clara que persiste até hoje.

“Existe um argumento que diz que a pele clara é mais vantajosa para quem realiza agricultura, porque estas pessoas precisam produzir vitamina D, enquanto os caçadores conseguem esta vitamina de sua comida”, diz Reich.

“Uma vez que o caçador se torna agricultor, ele não tem mais tanto acesso a esse tipo de vitamina, então, existe uma seleção natural que ‘clareia’ a pele da população.”

Quando os pesquisadores analisaram o DNA de 2.345 pessoas dos dias de hoje, eles descobriram que uma terceira população influenciou na complexidade genética dos europeus modernos.

Essa tribo “adicional” é a mais enigmática e, de forma surpreendente, tem relações com os nativos da América.

Pistas deste grupo surgiram na análise do genoma europeu há dois anos. Chamados de “eurasianos do norte”, este grupo permaneceu como uma “população fantasma” até 2013, quando cientistas publicaram o genoma de um garoto que viveu há 24 mil anos na Sibéria.

Esse indivíduo tinha similaridades genéticas tanto com europeus quanto com nativos americanos, o que sugere que ele fazia parte de uma população que havia contribuído para a migração rumo ao Novo Mundo há 15 mil anos e depois para a Europa.

O caçador antigo de Luxemburgo e o fazendeiro da Alemanha não exibem sinais de miscigenação com esta população, implicando que este terceiro ancestral foi adicionado à mistura continental depois que a agricultura já havia se estabelecido na Europa.

O estudo também revelou que os primeiros fazendeiros e seus descendentes europeus têm como ancestrais uma linhagem antiga conhecida “eurasianos basais”. Este grupo representa a primeira separação ocorrida entre os humanos que deixaram a África há 60 mil anos.

Australiano sobrevive a ataque de crocodilo

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A morte de um australiano de 57 anos, devorado por um crocodilo albino na segunda-feira, não impediu que o jovem caçador de gansos, Stephen Moreen, se arriscasse perto de um rio que é habitat natural do animal, no Território do Norte, na Austrália. Um pouco bêbado, ele se aproximou da margem para recuperar um ganso que tinha sido abatido quando um crocodilo de dois metros mordeu seu braço e o puxou para dentro do rio. Com um soco no olho do animal, no entanto, ele conseguiu se safar. Após a luta, seu primo, que assistiu à cena, atirou contra o crocodilo.

– Acabei com um arranhão nas costas e outras feridas mais profundas no braço, onde ele arrancou parte da pele em dois ou três lugares – contou ele, que bebeu cerveja para anestesiar a dor dos ferimentos leves, enquanto esperava uma ambulância. – Eu estou bem, estou vivo. Poderia ter sido muito pior se ele tivesse arrancado minha perna.

O incidente aconteceu na sexta-feira à noite em Peppimenarti, cerca de 320 km a sudoeste de Darwin, onde, no mês passado, um pescador foi morto por um crocodilo de água salgada gigante. O número de crocodilos aumentou no país desde a espécie foi declarada protegida, em 1971. Apesar disso, o governo australiano rejeitou um projeto polêmico para permitir a construção de um safári de caça ao animal, em março.

AVC : Principal causa de incapacidade neurológica

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Popularmente chamado de derrame, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a principal causa de incapacidade neurológica, sendo mais incapacitante do que fatal. É grave, mas existem medidas preventivas importantes, que diminuem os riscos de sua incidência. Em um mundo em que o estresse parece ter sido incorporado à rotina do dia a dia, as pessoas normalmente encontram pouco tempo para cuidar da própria saúde. Essa dura realidade é que precisa ser combatida, pois é necessário ir regularmente ao médico, ter uma dieta balanceada, parar de fumar e tratar os fatores de risco, que são Diabetes,  Hipertensão, Colesterol aumentados, doenças cardiovasculares e sedentarismo.

Mas existem alguns fatores que podem facilitar a ocorrência de um Acidente Vascular Cerebral e que são inerentes à vida humana, como o envelhecimento. Pessoas com mais de 55 anos possuem maior propensão a desenvolver o AVC. Características genéticas, como pertencer à raça negra, e história familiar de doenças cardiovasculares também aumentam a chance de AVC. Para essas pessoas, as avaliações médicas devem ser mais frequentes.

O AVC é uma alteração do fluxo sanguíneo dentro do cérebro. Cerca de 15% dos AVCs ocorrem por extravasamento de sangue em alguma região do  cérebro, provocando um coágulo — esse é o AVC hemorrágico. Os outros 85% acontecem por falta de sangue em alguma região do cérebro, provocando o AVC isquêmico. Seu principal fator desencadeante é a Doença Aterosclerótica, que é o envelhecimentos das artérias, o que consiste em placas formadas por células necróticas lipídicas e cristais de colesterol.

A diferença dos sintomas do isquêmico para o hemorrágico é o hemorrágico cursar com dor de cabeça súbita — os outros sintomas são semelhantes. Os sintomas de AVCs isquêmicos e hemorrágicos são praticamente os mesmos: dor de cabeça muito forte, de instalação súbita, sobretudo se acompanhada de vômitos; fraqueza ou dormência na face, nos braços ou nas pernas, geralmente afetando um dos lados do corpo; paralisia (dificuldade ou incapacidade de movimentação);perda súbita da fala ou dificuldade para se comunicar e compreender o que se diz; perda da visão ou dificuldade para enxergar com um ou ambos os olhos.

Os sintomas podem ser ainda tontura, perda de equilíbrio ou de coordenação. Os ataques isquêmicos podem manifestar-se também com alterações na memória e incapacidade de planejar as atividades diárias, bem como a negligência. Neste caso, o paciente ignora objetos colocados no lado afetado, tendendo a desviar a atenção visual e auditiva para o lado normal, em detrimento do afetado.

O acidente vascular hemorrágico subaracnoide, por sua vez, comumente é acompanhado por sonolência, alterações nos batimentos cardíacos e frequência respiratória e eventualmente convulsões.

Embora a maioria dos AVCs  ocorra nas pessoas com mais de 65 anos (o risco é 30 a 50 por mil nesta faixa etária), os centros para controle e prevenção de doenças relataram um aumento abrupto dos casos de AVC entre pessoas na casa dos 30 e 40 anos. O mais preocupante disso é que um estudo realizado por médicos do Programa de Derrames do Centro Médico de Detroit, da Universidade Estadual Wayne, descobriu que entre 57 vítimas jovens de acidente vascular cerebral, uma em sete recebeu o diagnóstico errôneo de vertigem, enxaqueca, embriaguez, convulsão, labirintite ou outros problemas, tendo alta sem o tratamento adequado.

As  vítimas jovens de derrame se beneficiam mais do tratamento imediato deve ele ser administrado dentro de quatro horas e meia. Depois de 48 a 72 horas, não existem grandes intervenções disponíveis para melhorar o resultado do derrame.

Nova espécie de pássaro descoberta no Brasil já corre risco de extinção

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Vinte anos após o início das investigações pelo pesquisador Luis Antonio Pedreira Gonzaga, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é descoberta em uma faixa estreita de Mata Atlântica, no litoral da Bahia, uma nova espécie de pássaro (Scytalopus gonzagai) que, entretanto, já corre risco de extinção.

O biólogo especializado em ornitologia (estudo dos pássaros) Giovanni Nachtigall Maurício, professor do curso de gestão ambiental da Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e primeiro autor do artigo de descrição da espécie, disse à Agência Brasil  que os cálculos feitos durante a pesquisa de campo estimaram em quase 3 mil o número desses pássaros na região. O  pássaro recebeu o nome de macuquinho-preto-baiano. A estimativa foi baseada no cálculo da área disponível e da densidade. A partir desses dados, os pesquisadores ampliaram as informações para toda a área possível.

“A gente fez um cálculo e, depois, uma ampliação, que indicou em torno de 2.888 pássaros na espécie. O cálculo foi o estopim para essa conclusão (de risco de extinção)”, relatou o biólogo.  Depois desses cálculos, a equipe de pesquisadores usou os critérios da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, a sigla em inglês), “que são critérios universais para o estudo de espécies ameaçadas. O conjunto de critérios vai mostrar o grau de ameaça àquela espécie. Ela se enquadrou na categoria em perigo. Essa é uma categoria de ameaça oficial”.

A regra geral estabelece que até 2.500 indivíduos, a espécie seria considerada criticamente em perigo; de 2.500 até 10 mil indivíduos, é considerada em perigo; e de 10 mil até 20 mil, é vulnerável.

Giovanni Maurício confirmou que o embrião da descoberta foi a pesquisa independente do professor da UFRJ Luiz Antonio Pedreira Gonzaga e amigos. Gonzaga acabou sendo homenageado ao batizar com seu nome a nova espécie brasileira. Naquela época, por volta de 1993,  os pesquisadores acreditaram que se tratava de um macuquinho-preto comum, encontrado no Sul e no Sudeste do país. “Por isso, ela não foi descrita naqueles primórdios”, explicou Maurício.

Segundo o especialista, a desconfiança de que era uma nova espécie começou em 2002. Constatou-se, então, que as  medidas eram diferentes. “A cauda era menor e a asa, maior”, disse Maurício. A cor foi outro fator de distinção.  O ‘Scytalopus gonzagai’ apresenta ainda ritmo de canto mais forte e diferentes vocalizações.

Duas expedições feitas em 2004 e 2006, com o apoio da organização não governamental (ONG) Save Brasil , vinculada à Birdlife Internacional, da Inglaterra,  e da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, respectivamente, puderam  investigar mais profundamente o pássaro, nas montanhas do sudeste da Bahia. As expedições confirmaram que era uma espécie nova e permitiram chegar à descoberta este ano.

Giovanni Maurício se baseia na Política Nacional da Biodiversidade para transmitir aos alunos a importância do tema para a vida no planeta. O professor decidiu retomar a descrição da espécie, que estava parada, “até para mostrar aos alunos como a biodiversidade brasileira vai aumentando”. Ele pretende continuar fazendo a revisão desse gênero de aves porque está convicto de que há mais espécies novas a serem descritas. Maurício acredita que daqui a um ou dois anos serão descobertas mais espécies não ameaçadas de extinção, porque têm uma distribuição maior. “A gente continua nesse trabalho”.