EUA aprovam medicamento contra câncer de medula óssea

Pills Various Colors 2

Farydak é droga capaz de inibir o avanço do mieloma múltiplo.
Conclusão é da FDA, que controla medicamentos nos EUA.

A farmacêutica suíça Novartis anunciou nesta segunda-feira (23) que a Food and Drug Administration (FDA), órgão governamental dos Estados Unidos responsável pelo controle de medicamentos, aprovou o Farydak, droga capaz, segundo o grupo, de inibir o avanço do mieloma múltiplo, um câncer da medula óssea.

“Ficou provado que o Farydak melhora as possibilidades de sobrevivência sem que a doença avance nos pacientes afetados por mieloma múltiplo” e que já haviam sido tratados com bortezomib e ImiD, segundo comunicado da Novartis.

É o primeiro tratamento inibidor das enzimas HDAC e “sua atividade epigenética (influência do entorno no genoma) pode ajudar a restaurar as funções celulares afetadas pelo mieloma múltiplo”, afirma o fabricante.

O Farydak “representa uma nova classe de medicamentos” e é um “enfoque terapêutico para este câncer difícil de tratar”, garante Bruno Strigini, presidente do braço oncológico da Novartis, citado em comunicado.

Em outros países, as autoridades reguladoras ainda examinam o novo medicamento, segundo a Novartis.

O mieloma múltiplo ou doença de Kahler, se deve à multiplicação de alguns glóbulos brancos cancerígenos na medula óssea. A patologia afeta entre 1 e 5 em cada 100.000 pessoas no mundo, informa o grupo farmacêutico.

 

Anúncios

Ler e escrever no papel faz bem para o cérebro, diz estudo

117397681_UY2TliT_1418025278

Há óbvias vantagens em ler um livro num smartphone, tablet ou e-reader em vez de lê-lo no papel. No livro digital, é fácil buscar uma palavra qualquer ou consultar seu significado num dicionário, por exemplo.

Um e-reader que pesa apenas 200 gramas pode conter milhares de livros digitais que seriam pesados e volumosos se fossem de papel. Além disso, um e-book é geralmente mais barato que seu equivalente impresso.

Mas a linguista americana Naomi Baron descobriu que ler e escrever no papel é quase sempre melhor para o cérebro.

Naomi estudou os hábitos de leitura de 300 estudantes universitários em quatro países – Estados Unidos, Alemanha, Japão e Eslováquia. Ela reuniu seus achados no livro “Words Onscreen: The Fate of Reading in a Digital World” (“Palavras na Tela: O Destino da Leitura num Mundo Digital” – ainda sem edição em português).

92% desses estudantes dizem que é mais fácil se concentrar na leitura ao manusear um livro de papel do que ao ler um livro digital.

Naomi detalha, numa entrevista ao site New Republic, o que os estudantes disseram sobre a leitura em dispositivos digitais: “A primeira coisa que eles dizem é que se distraem mais facilmente, são levados a outras coisas. A segunda é que há cansaço visual, dor de cabeça e desconforto físico.”

Esta última reclamação parece se referir principalmente à leitura em tablets e smartphones, já que os e-readers são geralmente mais amigáveis aos olhos.

Segundo Naomi, embora a sensação subjetiva dos estudantes seja de que aprendem menos em livros digitais, testes não confirmam isso: “Se você aplica testes padronizados de compreensão de passagens no texto, os resultados são maios ou menos os mesmos na tela ou na página impressa”, disse ela ao New Republic.

Mas há benefícios observáveis da leitura no papel. Quem lê um livro impresso, diz ela, tende a se dedicar à leitura de forma mais contínua e por mais tempo. Além disso, tem mais chances de reler o texto depois de tê-lo concluído.

Escrever faz bem

Uma descoberta um pouco mais surpreendente é que escrever no papel – um hábito cada vez menos comum – também traz benefícios. Naomi cita um estudo feito em 2012 na Universidade de Indiana com crianças em fase de alfabetização.

Os pesquisadores de Indiana descobriram que crianças que escrevem as letras no papel têm seus cérebros ativados de forma mais intensa do que aquelas que digitam letras num computador usando um teclado. Como consequência, o aprendizado é mais rápido para aquelas que escrevem no papel.

Pesquisadores explicam por que é tão difícil imitar o sotaque de outra língua

linguas

Cérebro adapta todo e qualquer som estranho para o seu idioma original

Estudos tentam entender a origem do sotaque. Em busca de justificativas para a nossa dificuldade de reproduzir linguagens diferentes, pesquisadores fizeram testes com bebês e adolescentes de todo o mundo.

Há mais de duas décadas, uma equipe da Universidade de Washington tenta entender como o cérebro humano compreende a linguagem. Para isso, analisou bebês do mundo inteiro durante esse período.

Em um dos testes, a equipe fez com que, aos seis meses de idade, bebês japoneses e ingleses escutassem sons de ambas as culturas. Até então, as crianças conseguiam reproduzir os “barulhos” característicos às duas nações; só que quando atingiram os dez meses de idade, os mesmos bebês falharam na percepção de sons que não faziam parte de sua cultura. Os japoneses deixaram de reconhecer as letras “r” e “l”, cujos sons não existem no Japão, mas existem na língua inglesa.

Realizado por outra equipe de pesquisadores, um estudo sugere diferente: as pessoas não perdem tão abruptamente essa capacidade de aprender linguagens, mas o processo acontece durante a puberdade. Depois de uma série de testes, esses cientistas perceberam uma forte relação entre o aprendizado de uma segunda língua e a época em que isso acontece.

Para o especialista Eric Bakovic, existe um movimento para processar esse tipo de informação: “Você aprende uma língua pegando sons e imitando seus pais. Depois, seu cérebro começa a fazer outras coisas, assumindo que já tinha aprendido todos os sons necessários para manter uma relação comunicativa com as pessoas ao seu redor”.

Essa biblioteca de sons nos permite fluência com a língua que falamos, mas quando tratamos de sons “externos” ficamos surdos, afirma o linguista da Universidade de San Diego à Wired.

“Quando você escuta um sotaque ou uma língua totalmente diferente, seu cérebro mapeia os sons diretamente para a língua que você fala”, conta Bakovic. Ao invés de pronunciar com precisão, as pessoas acabam juntando as partes “próximas” do que os seus cérebros sabem e reproduzindo dessa maneira.

Mas para Joel Goldes, especialista nessa área e atuante em Hollywood, isso pode ser treinado. “Nosso cérebro realmente nos bloqueia de ouvir o que estamos ouvindo. Até que alguém nos ensine a produzir novos sons, nós não os escutamos. É por isso que uma pessoa pode ficar 40 anos em um país diferente sem perder o sotaque”.

Técnica permite identificação quase imediata da tuberculose

mi_952297532623795

Com o método, tempo de análise para diagnosticar a microbactéria causadora da doença passou de oito horas para apenas dois minutos

exame para diagnosticar a tuberculose ficou 240 vezes mais rápido no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (SP), graças a uma técnica que permite a identificação, quase que imediata, da microbactéria causadora da doença. O tempo de análise passou de oito horas para apenas dois minutos por meio da tecnologia Point of Care Test (Poct).

O método tem a mesma lógica dos testes feitos para verificação do vírus HIV, com o uso da saliva. No caso da tuberculose, no entanto, a amostra usada na testagem rápida é colhida de uma cultura bacteriológica, por isso ainda há a necessidade de ser feito em laboratório.

De acordo com Valdes Bollela, professor da Divisão de Moléstias Infecciosas e Tropicais do Departamento de Clínica Médica, pesquisadores asiáticos e brasileiros estudam meios para que o exame seja feito diretamente com os fluidos do paciente.

“É a ideia de ter um teste que seja feito com o menor recurso tecnológico e o mais rápido possível. O exemplo clássico disso são exames de malária e HVI, que podem ser feitos fora até do próprio hospital. O da tuberculose ainda não está assim”, explicou.

Ele destaca que, por ser uma doença infecciosa, o diagnóstico torna-se ainda mais importante. “É a chave de interromper a cadeia de transmissão da tuberculose”, declarou.

Vídeo: 

6 bilionários que estão atrás da imortalidade

Conheça quem gasta muito tempo e dinheiro em pesquisas, técnicas e métodos de longevidade

Sergey Brin, co-founder of Google

Sergey Brin
O criador do Google é um obcecado por exercícios. Já fez de tudo: circo, patinação, pulou de paraquedas, natação e muitos outros esportes. A fixação, que começou na faculdade, continuou até mesmo durante a fase inicial de criação do Google, quando Brin trouxe ao “escritório” equipamentos para se exercitar. Há uma importante motivação por trás dessa obsessão. Em entrevista à revista Wired, Brin revelou que descobriu que ele possui uma mutação genética que aumenta substanciamente o risco de ele desenvolver Mal de Parkinson. Algo que ocorreu com sua mãe, em 1999. A alteração genética aumenta as chances de desenvolver a doença de 1% para de 35% a 70%. Com os exercícios, ele estima que consiga reduzir as chances para 25%. Além do esforço pessoal de todos os dias, Brin gasta muito de sua fortuna para apoiar pesquisas que busquem a cura da doença. Em fevereiro de 2014, ele doou cerca de US$ 95 milhões para a Michael J. Fox Foundation. Ele que teve a ideia de fundar a empresa de bioctecnologia do grupo, a Calico, e também de convocar o inventor Ray Kurzweil para ser o diretor tecnológico da gigante. O executivo já teria investido US$ 1,5 bilhão em pesquisas.

imortalidade 1

Peter Thiel
O empreendedor e investidor ficou mesmo famoso após criar, em 1998, o sistema de pagamento Pay Pal. Fez fortuna e criou plataformas para financiar novas empresas, como o Facebook. Hoje, ele faz investimentos por meio de sua fundação, a Thiel Foundation. A instituição quer promover a “liberdade” em várias formas – da proteção de jornalistas à inteligência artificial. Um de seus investimentos são as pesquisas sobre longevidade realizadas pela SENS Research Foundation. O instituto tem como objetivo conseguir reparar estragos causados por doenças decorrentes do envelhecimento. Quer superar a morte, fazendo com que as pessoas ganhem anos mais saudáveis e produtivos.

imortalidade 2

Larry Ellison
O executivo de 70 anos, que foi CEO da Oracle de 1977 (quando ele fundou a empresa) até setembro do ano passado, hoje é CTO da companhia. Ele diz estar disposto a enfrentar a morte – prova disso é ter sido um dos primeiros a investir em grandes pesquisas sobre longevidade. “A morte nunca fez sentido nenhum para mim. Como uma pessoa pode estar lá e subir, simplesmente não estar mais lá?”, questiona. A sua Ellison Medical Foundation é dedicada exclusivamente a “pesquisas médicas sobre o envelhecimento relevantes para entender os processos de desenvolvimento da vida e doenças relacionadas à idade”.

imortalidade 3

Dmitry Itskov
O bilionário fundador da New Media Stars criou em 2011 a “2045 Iniciative”, que reúne 30 cientistas de ponta russos para criar um centro internacional de estudos sobre “imortalidade cibernética”.  Ele defende que será possível viver eternamente, caso se faça um “download da mente”. Dmitry pediu a ajuda de outros bilionários para financiar o que ele chama de “imortalidade cibernética e um corpo artificial”. Ele gasta fortunas em pesquisas para colocar em prática um plano: transferir a consciência humana para um corpo artificial – algo que ele vê como o “próximo passo da evolução humana”.

imortalidade 4

Robert Miller
O bilionário canadense é um homem discreto – que evita holofotes e muita exposição -, mas isso não significa que ele queira desaparecer após morrer. O empresário que fundou a Future Electronics, que se tornou a terceira maior distribuidora de componentes eletrônicos do mundo, tem dado quantias generosas de sua fortuna à caridade. Mas uma organização em particular o intriga: a Alcor, que pesquisa a criônica – técnica de congelar corpos em temperaturas extremamente baixas para preservar o cérebro.

imortalidade 5

Don Laughlin
O bilionário de 83 anos é fundador do enorme Riverside Resort de Las Vegas e aposta na criogenia (processo de congelamento de cadáveres em nitrogênio líquido) para ter vida eterna. Ele quer ser o futuro cliente da Alcor. A fundação desenvolve estudos sobre a criônica – método que busca preservar corpos humanos recém-falecidos para reanimá-los na posteridade. Laughlin quer que seu corpo seja congelado com este método (algo entorno de – 360º) até que haja tecnologia suficientemente desenvolvida para revivê-lo sem grandes problemas de saúde. Segundo a CNN, o plano dele é congelar também seu dinheiro.

imortalidade 6

David Murdock
Ele não acredita que viverá para sempre, mas seu plano é chegar até, pelo menos, os 125 anos. Para conseguir o feito, o bilionário de 91 anos segue um regime rígido de exercícios e uma dieta rigorosa de peixes e vegetais. Além disso, investe muito de sua fortuna em pesquisas de longevidade. Murdock fez sua fortuna nos anos 80, após assumir a empresa quase falida Dole Food. Ele tem gasto milhões de dólares nos últimos anos em pesquisas científicas na área de alimentação e ciência dos alimentos. Ele também abriu um centro de saúde e longevidade na Califórnia, uma espécie de spa para reensinar as pessoas a se alimentar e se exercitar, além de dar diagnósticos baseados em alta tecnologia.

Empresário importa fábrica italiana para produzir queijos finos

durante-o-processo-de-producao-do-grana-padano-o-queijo-e-virado-e-escovado-a-cada-15-dias-e-a-cada-90-dias-e-inspecionado-com-um-martelinho-para-identificar-a-qualidade-do-produto-o-queijo-1375887029836_956x500

Há três anos, o empresário Acari Luiz Menestrina vendeu seu laticínio situado no município de São José do Cedro, no oeste de Santa Catarina, para se dedicar à fabricação de queijo italiano grana padano.

De sabor forte e ligeiramente adocicado, o produto é conhecido no Brasil como queijo tipo grana padano, em obediência à lei de denominação de origem protegida. Por meio dela, o nome de um reconhecido produto pertence apenas à região que o fabrica.

No ano passado, Menestrina investiu R$ 28 milhões em uma nova fábrica, em Guaraciaba (SC), montada peça por peça com equipamentos vindos da Itália. A capacidade é para produzir 1 mil toneladas de oito espécies de queijo fino. O tipo grana padano continua sendo o carro-chefe da empresa Gran Mestri, com produção de cinco toneladas diárias.

O empresário diz que seu interesse pelo setor aumentou em virtude da expansão do consumo de queijos finos no Brasil.

Segundo a Abiq (Associação Brasileira das Indústrias de Queijo) esse mercado teve crescimento de 6,5% (93 toneladas) em 2012. Desse total, 25% são de queijo parmesão, no qual o tipo grana está incluído. “Hoje em dia, as pessoas têm mais curiosidade em conhecer alimentos diferentes”, diz o empresário.

Menestrina afirma que a fábrica precisa ser abastecida com 50 mil litros de leite por dia para que ele possa colocar seu principal produto em oito capitais do país. O consumidor paga em torno de R$ 50 pelo quilo do queijo tipo grana padano.

Para dar conta da produção, a empresa Gran Mestri mantém uma parceria com cem produtores da região.

O rebanho é formado com gado holandês e da raça Jersey. Ambos dão origem a um leite com maiores índices de levedura, gordura e caseína, a principal proteína do leite. “Sem essas condições não há queijo tipo grana”, diz. O empresário também mantém uma criação própria, com produção de 6 mil litros por dia.

Produtor transformou hobby em negócio

Se não fosse pela visita e pelos conselhos de um amigo, talvez Raul Anselmo Randon não tivesse iniciado a produção do queijo tipo grana padano no país há 17 anos. O empresário é fundador da Randon, fabricante de veículos e implementos, e da Rasip, empresa voltada para a produção de frutas e produtos lácteos.

Randon já era um apreciador de queijos finos e decidiu transformar esse hobby em negócio. Segundo Sérgio Martins Barbosa, superintendente da Rasip, na época, o desafio foi lançar em escala comercial um produto que poucos conheciam.

Barbosa informa que o empresário também importou equipamentos da Itália e investiu no rebanho para ter a garantia de leite apropriado para a fabricação do queijo.

Há quase duas décadas, a Rasip produzia 500 kg de queijo por dia. Hoje são 6,5 toneladas. O preço do tipo grana padano varia de R$ 80 a R$ 100 por quilo.

Como é feito o grana padano
O processo para se chegar ao queijo tipo grana padano é lento. “É preciso ter paciência”, diz Acari Menestrina, da Gran Mestri. O leite precisa permanecer em repouso por oito horas e ter a gordura separada, para dar início à etapa do cozimento.

Durante exatos 12 minutos, leite não pasteurizado, coalho, soro e fermento são misturados e submetidos a uma combinação de temperatura, velocidade e agitação.

O processo é diferente da pasteurização, em que temperaturas mais altas matam todas as bactérias, inclusive as benéficas e necessárias à produção do queijo.

A massa extraída do cozimento é prensada em formas arredondadas de 40 quilos e mergulhadas em recipientes com salmoura por 26 dias. Dali o produto passa à sala de secagem e lá fica por três horas. Por fim, chega à área de maturação, onde permanece em repouso de 12 a 24 meses.

Segundo Menestrina, durante esse período, as peças são escovadas em um intervalo de dez dias e, a cada três meses, recebem a batida de um “martelinho” que identifica o ponto certo do produto.

Video 

Ande como alguém feliz para ser feliz, afirma estudo

cantando-na-chuva-foto-09

Pesquisa sugere que postura correta e maior movimentação dos braços podem aumentar sua felicidade

Uma pesquisa publicada no Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry afirma que para se sentir feliz, basta caminhar como uma pessoa alegre. Durante o experimento, uma série de pessoas foi testada para saber se estufar o peito e balançar os braços realmente traz mais felicidade do que passos pesados e olhares cabisbaixos.

No estudo, o grupo teve de caminhar durante 15 minutos em uma esteira enquanto alguns fatores eram analisados. Os participantes foram acompanhados por câmeras com sensores de movimento. Na frente da esteira, uma tela mostrava as ações de um medidor – que pendia à esquerda quando caminhavam “deprimidos” e à direita quando “felizes”.

À medida que os minutos iam passando, a equipe de pesquisadores pedia para que as pessoas tentassem jogar o medidor para a esquerda ou para a direita. Só que antes de começarem o teste físico, os convidados tiveram que ler uma lista de palavras positivas e negativas.

Depois da caminhada, os participantes tiveram que escrever as palavras que lembravam. O resultado mostrou que quem caminhava de maneira mais triste (seguindo a lógica de outro estudo) conseguiu lembrar mais palavras tristes; e aqueles que andaram felizes se lembraram de mais palavras positivas.

Para os pesquisadores, essa lógica está alinhada a de outros trabalhos publicados sobre o tema. Segundo tais pesquisas, andar como um líder pode aumentar as chances de se tornar um; e segurar uma caneta com os lábios pode aumentar a vontade de sorrir. Então não custa nada andar mais “animado” por aí. Vai que contagia.