A leucemia também atinge cães

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O tratamento é feito com quimioterapia e medicamentos de suporte para diminuir os efeitos colaterais

A leucemia é uma doença grave que atinge as células brancas (leucócitos) do sangue de pessoas e animais. A principal característica é o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea. Da mesma forma que as crianças costumam ser mais afetadas pela doença, os cães jovens também apresentam maior prevalência do problema.

Existe, porém, um tipo de leucemia chamado mieloide, que acomete em sua maioria cães adultos e idosos. Pode atingir diferentes raças e não tem uma causa definida.

Estudos sugerem que uma possível mutação do DNA pode ser a origem do problema. Mas as evidências ainda estão em estudo. O diagnóstico é feito através do histórico do animal, associado ao exame físico criterioso e exames de sangue. Os sintomas mais comuns são febre, dor nas articulações, fraqueza, aumento dos linfonodos (gânglios), perda de peso, apatia.

O tratamento é feito com quimioterapia e medicamentos de suporte para diminuir os efeitos colaterais. O acompanhamento de um veterinário especialista em oncologia é fundamental diante da complexidade e gravidade da doença. Por se tratar de uma doença com sintomas inespecíficos, o dono pode demorar para perceber alterações no animal. Por isso muitas vezes o diagnóstico é tardio. Para evitar isso, é importante a realização de visitas semestrais ao veterinário e check-ups periódicos. Quanto mais cedo a doença for descoberta, maiores as chances de sucesso no tratamento.

Este iate pode custar mais de US$ 1 bilhão

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Luxo é a palavra que define o novo projeto do Italian Sea Group: um iate com 465 pés, batizado de Admiral X Force 145.

Ainda sem preço definido pela companhia, rumores indicam que a embarcação pode custar mais de 1 bilhão de dólares e o primeiro modelo só ficará pronto em meados de 2018.

O preço está atrelado ao conforto que o iate oferece: dois heliportos, duas piscinas, dois cinemas, sala de ginástica, jardim  zen, além de inúmeras suítes luxuosas.

Já a decoração é composta por dezenas de lustres de cristais e muito mármore. Veja nas imagens alguns detalhes do iate mais caro do mundo.

Contra crise, radiologista ganha vida num Tuk-Tuk em Lisboa

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Falta de emprego leva profissionais qualificados a buscar a sua renda na área do turismo

Ricardo Passos, 28 anos, é radiologista desde 2010. Contudo, no Hospital das Forças Armadas de Lisboa, onde trabalha, seu contrato é apenas de meio turno porque o hospital pertence ao Estado e não tem verba para pagar-lhe pelo dia inteiro de trabalho. Para complementar a sua renda, em maio, ele decidiu comprar um Tuk-Tuk, espécie de triciclo motorizado com cabine para transportar pessoas. Em países asiáticos, esses veículos funcionam como táxis, mas em Portugal ele tem servido para transportar os turistas, principalmente pela falta de acessibilidade das ruas portuguesas, que são estreitas e com subidas muito ingrimes.

O serviço tem muita procura, dado que o número de turistas aumenta a cada ano em Portugal. Em 2008, a receita com o turismo era de 7,4 milhões de euros (cerca de R$ 25,9 milhões) anuais e, em 2014, esse número subiu para 10,3 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões). “Em apenas um dia de trabalho pode-se fazer 400 euros (cerca de R$ 1,4 mil), se eu tivesse descoberto antes já estava trabalhando com isso há mais tempo”, brinca Ricardo.

Apesar de a Câmara Municipal de Lisboa já falar no regulamento da atividade, ainda não é preciso licença para circular em Lisboa, basta um alvará da Secretaria do Turismo de Portugal, que custa 140 euros anuais (cerca de R$ 490) e vale para um número ilimitado de veículos. Além disso, são necessários três seguros diferentes, que custam em torno de 700 euros por ano (cerca de R$ 2,4 mil), juntos: Responsabilidade Civil, Acidentes Pessoais e o seguro do próprio veículo. “O meu investimento total foi de sete mil euros, que eu estimo recuperar até o fim do mês de agosto”, assegura. No futuro, Passos quer deixar de conduzir e contratar alguns funcionários para fazer o trabalho para ele.

A quantidade de Tuk-Tuks aumentou consideravelmente a partir de junho de 2014, mas ainda assim, a pasta do Turismo não sabe precisar quantos veículos já circulam pelas ruas, visto que apenas um alvará pode ser usado para inúmeras unidades. Atualmente já existem, pelo menos, oito empresas oferecendo esse serviço. Nuno Silva, 44 anos, trabalha para a empresa CityTuk e conta que carrega, em média, 30 pessoas por dia, na alta temporada.

Formado em direito e com domínio de quatro línguas, ele decidiu atuar como motorista de Tuk-Tuk em função do boom turístico que o país vem apresentando. “Sou um curioso em história e geografia e, portanto, guio os turistas com informações sobre a cidade. Entre os clientes que mais procuram o nosso serviço estão os ingleses, franceses e holandeses. Gosto desse contato com as pessoas”, conta.

O serviço começa às 8h30 da manhã e só acaba quando não houver mais turistas a procura. Eles ficam estacionados nas principais praças do centro histórico da cidade de Lisboa. O valor dos passeios varia 30 euros (cerca de R$ 105) para 30 minutos até 110 euros (cerca de R$ 385) para o circuito de três horas.

Vida inteligente? Robô Curiosity acha “pirâmide” em Marte

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Uma nova imagem divulgada pela Nasa enviada pelo Robô Curiosity, que está em Marte desde 2012, inspirou teorias da conspiração, por mostrar uma pedra com a forma perfeita de uma pirâmide. Segundo alguns acreditam, a descoberta é prova da existência de vida no planeta vermelho.  As informações são do The Mirror.

A pirâmide tem o tamanho aproximado de um carro. Nas discussões da internet e sites de ufologia, a maioria das pessoas acredita que existe uma “coincidência” no formato. Entretanto, o canal no Youtube “ParanormalCrucible” afirma que o formato e design são perfeitos e que “é o resultado de vida inteligente e de um projeto e certamente não um truque de luz e sombra”.

Conheça a assustadora barata robótica financiada pelos EUA

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Ao estudar a forma como esses insetos se movem, além de seus tamanhos e formas, uma equipe da Universidade da Califórnia-Berkeley afirma ter construído um robô mais inteligente, sem qualquer novo programa ou sensor adicional.

O resultado final é um robô que pode parecer um inseto, mas é complemente artificial. Sua casca fina e redonda permite que ele consiga entrar em qualquer lugar e ultrapassar obstáculos sem dificuldades.

Não é a primeira vez que a humanidade cria um robô baseado em uma barata, mas a pesquisa é inédita por fazer com que máquinas que já existem fiquem mais inteligentes apenas mudando sua forma física.

A ideia é economizar milhões de dólares com pesquisa de equipamentos e software de inteligência artificial criados apenas para fazer com que robôs detectem e evitem obstáculos.

Chen Li, pesquisadora de Berkeley e líder do estudo, afirma: “A maioria dos estudos de robótica fazem o robô depender de sensores para escapar de obstáculos. Porém, quando o terreno fica muito bagunçado, especialmente quando a distância entre esses obstáculos fica menor do que o tamanho do robô, essa abordagem começa a gerar problemas”.

Para resolver essa questão, os pesquisadores gravaram com câmeras de alta-velocidade baratas que se moviam entre feixes verticais, semelhantes a um gramado.

Então, os cientistas colocaram nos insetos três diferentes cascas artificiais (um cone oval, um retângulo e um oval plano) e repetiram os testes. Quanto menos redondo o corpo ficava, mais dificuldade os insetos tinham para fazer o trajeto necessário.

Quando o teste foi feito no robô-barata, os resultados foram os mesmos. Nenhuma outra mudança foi feita no robô ou em seu software: ele ficou mais inteligente apenas com a mudança de forma.

“Talvez possam existir outras formas que sejam melhores para outros objetivos, como escalar ou pular obstáculos de outros tipos”, afirma o estudo.

“Nossos próximos passos devem ser estudar diferentes terrenos e formas animais para descobrir mais formas ‘terradinâmicas’ e até misturar formas. Esses novos conceitos irão permitir que robôs terrestres superem ambientes com muitos obstáculos equipados com o mínimo de sensores e controles.”

Vídeo:

Cientistas criam ‘nanorrobôs nadadores’ que transportam remédio pelo sangue

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Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Israel (Technion) criaram o que pode ser a primeira geração de “nanorrobôs nadadores”. As máquinas seriam capazes de nadar pela correntes sanguínea e carregar medicamentos a locais específicos do corpo. Feitos a partir de uma liga de polímero e de nanofios magnéticos, os “nanonadadores” (ou “nanoswimmers”, em inglês) têm a largura de uma fibra de seda.

Mas como, afinal, os robôs se locomovem? Tudo é feito às custas de um campo magnético externo, que “impulsiona a cauda” dos nanonadadores. O destino dos pequenos robôs pode ser traçado a partir da manipulação de um campo magnético sobre um determinado membro – o que pode possibilitar até mesmo a realização de cirurgias simples e não invasivas.

Os pesquisadores removeram a necessidade da instalação de motores minúsculos, de maneira que o transporte de medicamentos pelo sangue, dadas as dimensões dos nanorrobôs, se mostra possível. A aplicação dos nanonadadores por meio de seringas é ainda um sonho distante, mas passos largos no ramo da “medicina de nova geração” já começaram a ser dados.

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Cientistas treinam abelhas para detectar drogas

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Insetos identificaram odores de heroína e cocaína; pesquisadores sugerem que animais poderiam ser usados em aeroportos.

Pesquisadores da Universidade de Colônia, na Alemanha, dizem ter treinado abelhas para que identificassem odores de heroína e cocaína.

Os cientistas descobriram que as abelhas respondiam de forma específica com a vibração de suas antenas à concentrações de drogas como heroína e cocaína.

Eles dizem que os insetos podem, eventualmente, substituir cães farejadores em aeroportos, já que seriam “menores, menos caros, mais fáceis e rápidos de serem treinados”.

“Testamos a capacidade de abelhas de aprender o aroma de heroína e as treinamos para que mostrassem uma resposta comportamental confiável na presença de um odor altamente diluído de heroína pura”, disse o estudo, divulgado na publicação científica online Plos.

Segundo os pesquisadores, não houve reação significativa das abelhas ao odor de maconha e anfetaminas.

As antenas de insetos são os órgãos mais sensíveis já descobertos para a detecção de moléculas voláteis, de acordo com o estudo, e seriam “mais sensíveis que o melhor dos sensores artificiais”.

Assim, estes animais poderiam ser usados como biossensores para tipos diferentes de odores e aplicados na detecção de doenças, contaminação alimentar, resíduos explosivos e drogas. Mas os especialistas advertiram que mais estudos são necessários.

O estudo diz também que a capacidade de percepção dos animais varia de acordo com a espécie. Baratas, por exemplo, reagiram à presença de anfetaminas e cafeína.

Desta maneira, a pesquisa sugere uma “plataforma de detecção de drogas baseadas em insetos” com o uso de diferentes espécies.