Teste de sangue é capaz de identificar tendências suicidas

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Um novo estudo especificou uma maneira de identificar tendências suicidas em pessoas com apenas um teste de sangue. O material foi publicado na última semana no periódico científico Molecular Psychiatry.

A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. De acordo com eles, o teste detecta biomarcadores específicos presentes no sangue das pessoas. A presença desses marcadores é capaz de indicar se aquele paciente tem risco de tendências suicidas ou não.

No artigo, os pesquisadores apontam para a importância da pesquisa. Apenas nos Estados Unidos, 40 mil pessoas cometem suicídio anualmente. O Brasil, de acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), é o oitavo país com mais números de suicídios registrados – com 11,8 mil por ano.

O objetivo dos pesquisadores era de encontrar indicadores biológicos que pudessem apontar para tendências suicidas, mesmo que os pacientes nunca houvessem indicado esse desejo.

Com os marcadores sanguíneos identificados, os pesquisadores fizeram uma segunda etapa. Uma entrevista usando um aplicativo identificava tendências ao suicídio. De acordo com os cientistas, a eficácia do teste sanguíneo foi de 92%.

Alguns pontos, no entanto, diminuem a confiança no estudo. As cobaias foram apenas do sexo masculino. Todas tinham apresentado histórico de problemas mentais – é difícil, portanto, prever a eficácia do teste na população em geral.

Chorar ajuda na sensação de bem-estar, sugere estudo

De acordo com pesquisa, corpo libera substâncias que melhoram humor

Se rir é o melhor remédio, chorar também tem seus benefícios. Uma pesquisa mostrou que pessoas que choraram enquanto assistiam um filme se sentiram melhor que aqueles que não derramaram lágrimas. As informações são do Daily Mail.

Cerca de 60 homens e mulheres participaram de uma pesquisa onde assistiram dois filmes: Sempre ao seu Lado e A Vida é Bela. Quase 60% dos voluntários choraram na primeira sessão, e 45% na segunda.

Os pesquisadores perguntaram aos participantes como se sentiram antes e após as sessões. Aqueles que não choraram com o filme disseram não se sentir diferentes, enquanto que os que derramaram lágrimas afirmaram se sentir mais tristes que antes.

No entanto, o estado de humor dos voluntários se alterou cerca de 20 minutos depois do fim do filme. As pessoas que haviam chorado relataram se sentir melhores do que antes da sessão.

O pesquisador Asmir Gracarin, da Universidade do Tilburgo, na Holanda, explicou a alteração de humor afirmando que o choro causa a liberação de endorfinas de bem-estar no cérebro, que fazem com que a pessoa se sinta melhor.

Outra explicação para as pessoas se sentirem melhor após chorarem é o esforço em querer se animar e se sentir bem quando estão tristes. “Chorar pode te ajudar a se sentir melhor”, concluiu o pesquisador.

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