Pesquisa revela que Caminhar na Natureza faz Bem para o Cérebro

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Estudo mostra que caminhar na natureza pode reduzir o estresse e ajudar a pensar mais calmamente.

Todos já ouviram sobre os benefícios que a proximidade com a natureza pode trazer para as pessoas. Sabe-se que quem vive mais próximo ao ambiente natural tem uma tendência menor a sofrer de ansiedade e doenças mentais quando comparado com moradores de centros urbanos. Alguns estudos também indicam que pacientes podem melhorar de casos de depressão e outros distúrbios se ficarem mais próximos à natureza. Mas como será que é o efeito de proximidade com a natureza no cérebro? Um aluno de graduação americano da Stanford University fez um experimento interessante que pode responder a essa pergunta.

A pesquisa:

Para realizar seu experimento foram utilizadas 38 pessoas que moravam em cidades movimentadas. Em primeiro lugar o estudante mediu o fluxo de sangue no cérebro de seus voluntários através de um exame de tomografia, entende-se que quanto mais sangue maior a atividade cerebral. Posteriormente eles também precisaram responder um questionário que deveria descobrir seu nível de contentamento com a vida.

A parte principal do experimento foi uma caminhada. Os voluntários foram divididos em grupos e deveriam fazer uma caminhada sozinhos e sem ouvir música, o primeiro andaria por uma parte bem arborizada do campus universitário enquanto o outro deveria passear pelo centro de Palo Alto, na Califórnia. Essa atividade durou uma hora e meia.

Medir os resultados vinha depois, o estudante que coordenou a pesquisa aplicou mais uma vez questionários nos voluntários e tomografia para medir o fluxo de sangue no cérebro.

Através desse experimento descobriu-se que quem fez a caminhada no centro de Palo Alto terminou mais agitado. O fluxo sanguíneo tinha aumentado bastante, especialmente em comparação com os voluntários do outro grupo.

O grupo que caminhou dentro do campus de Stanford respondeu os questionários de maneira bem mais positiva e também tinham um fluxo de sangue bem menor. Foi possível dessa maneira concluir que uma caminhada próxima a natureza é um ótimo remédio para ansiedade e também para ajudar a pensar mais calmamente.

Segundo o estudante, a pesquisa precisa ser aprimorada e provavelmente será feita com um grupo maior de voluntários posteriormente. Mas já dá para concluir os benefícios que atividades em contato com a natureza podem trazer especialmente para quem vive no caos das grandes cidades.

Novo ônibus elétrico começa a ser testado nesta sexta em Porto Alegre

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Veículo branco rodará inicialmente nas linhas C1, C2 e C3 da Carris

Os usuários do transporte público da Capital recém se acostumaram com o amarelo, o verde, o vermelho e o azul dos ônibus novos de Porto Alegre, e, a partir desta sexta-feira, podem deparar com um único veículo de cor branca na área central.

Trata-se de um ônibus 100% elétrico que será testado durante 60 dias pela Carris. A intenção, de acordo com o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, é avaliar o desempenho do carro para que, “em um futuro próximo”, veículos elétricos comecem a integrar a frota efetivamente.

No primeiro dia, o ônibus deve fazer a linha C3 e, posteriormente, vai ser empregado nas circulares C1 e C2. O veículo é climatizado e muito menos barulhento do que os modelos da frota convencional.

Enquanto um ônibus padrão a diesel custa entre R$ 550 mil e R$ 600 mil, o ônibus elétrico que está sendo testado chega a R$ 1,5 milhão.

— O valor do ônibus elétrico é duas vezes e meia o valor do ônibus a diesel, mas, pela redução do custo de consumo e de manutenção, a probabilidade é que logo venha competir de igualdade — diz Cappellari.

O diretor da EPTC explica que já estiveram em testes outros dois modelos produzidos pelo mesmo fabricante chinês, e que esse se diferencia por estar dentro do padrão de Porto Alegre — que estipula medidas de espaçamento, largura e equipamentos de acessibilidade, por exemplo. O diretor explica ainda que esse modelo tem 600 quilos a menos e também apresenta maior capacidade de circulação: a carga dura até 250 quilômetros, o que é o suficiente para rodar durante um dia em qualquer linha da Carris. Ele afirma que ainda não é possível estimar os custos com energia, e acrescenta que o poder público vai pleitear uma faixa de cobrança de energia elétrica diferenciada para transporte público a fim de recarregar as baterias.

Cientistas fazem orelha crescer nas costas de rato e querem usar o procedimento em humanos daqui 5 anos

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Dentro de cinco anos, cientistas japoneses pretendem fazer orelhas humanas, após revelarem o procedimento feito com um rato, que teve uma orelha crescida em suas costas.

A tecnologia utilizada pela Universidade de Tóquio e Kyoto poderia ser usada para ajudar crianças nascidas com anomalias faciais, assim como jovens atacados por cães. Adultos, incluindo soldados feridos em batalha e pessoas que sofreram acidentes, também poderiam se beneficiar

Atualmente, orelhas para substituição são esculpidas com a cartilagem retirada das costelas do paciente. No entanto, várias operações são necessárias, além da remoção da cartilagem ser muito dolorosa e o peito nunca cicatrizar totalmente.

Em contraste, a nova técnica exigiria apenas uma pequena amostra de células como material de partida. Além disso, a orelha seria algo “vivo”, podendo crescer ao longo do tempo, junto com a criança que receber o tratamento.

Os cientistas começaram a utilizar células-tronco humanas em células de cartilagem. A cartilagem cultivada em laboratório foi, então, organizada em conjuntos de pequenos círculos colocados em recipientes de plástico com forma de orelha humana, inseridos nas costas de um rato. Depois de dois meses, o material se desenvolveu, revelando uma orelha de aproximadamente 5 centímetros nas costas do animal.

A técnica é uma das várias que estão sendo aperfeiçoadas ao redor do mundo, com o objetivo de fazer substituições sob medida para partes do corpo danificadas por acidentes, doenças ou por malformações no nascimento.

Médicos em Londres, na Inglaterra, conseguiram fazer um nariz crescer a partir do zero, usando o braço do paciente para alimentá-lo. Eles também construíram uma traqueia artificial e dizem que, eventualmente, será possível “crescer” um rosto inteiro em laboratório.

[ Daily Mail ] [ Foto: Reprodução / Daily Mail ]

Com aporte de R$ 8 mi, Nanico Car deve começar a ser produzido em 2016 no Ceará

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A unidade deverá ter capacidade para montar até 500 veículos por mês, gerando cerca de 100 empregos diretos

Criado pelo designer brasileiro Caio Strumiello, o Nanico Car deve começar a ser fabricado comercialmente no Brasil em 2016. Strumiello e seu sócio, o físico Paulo Roberto, estão negociando com a prefeitura do município cearense de São Gonçalo do Amarante, a cerca de 60 quilômetros de Fortaleza, a construção da fábrica para produzir o modelo na cidade.

Para atrair o empreendimento, a administração municipal prometeu doar o terreno e conceder benefícios fiscais. Com investimento inicial de cerca de R$ 8 milhões, a unidade deverá ter capacidade para montar até 500 veículos por mês, gerando cerca de 100 empregos diretos. Paulo Roberto explicou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, que a prefeitura de São Gonçalo se comprometeu em doar um terreno de 12 hectares, fora do perímetro urbano.

Além disso, prometeu reduzir as alíquotas de ICMS e de ISS por um período ainda não definido e investir os R$ 8 milhões para a construção da fábrica. “Não sei se virá dos cofres da prefeitura ou de outro canto”, explicou.

Um contrato entre as partes deve ser assinado na próxima semana. Após a assinatura, o físico afirma que a construção deve começar em até no máximo 60 dias e durar cerca de seis meses. Uma fonte da prefeitura confirmou as negociações com os empreendedores.

Gás e elétrico

Até agora, o Nanico Car só foi produzido artesanalmente no País. De acordo com Roberto, já foram fabricadas cerca de 15 unidades em São Paulo. Os modelos têm 1,90 metro de comprimento, motor de 125 cilindradas e velocidade máxima de 80 km por hora, com capacidade para transportar duas pessoas e versões a gasolina ou a gás natural (GNV).

Já o modelo a ser produzido no Ceará, explicou Roberto, terá versão tanto a gás quanto com motor elétrico, “que deve acabar dominando a produção, pois o custo para o consumidor será menor, com poluição zero”. A projeção do físico é de que, após regulamentado, o modelo produzido comercialmente custe a partir de R$ 15 mil.

A montadora, cujo nome oficial ainda não foi definido, ficará instalada próxima ao Porto do Pecém, o que poderá facilitar a exportação dos veículos. A região é a mesma onde seria construída a refinaria Premium II da Petrobras, cujas obras foram canceladas pela estatal no início deste ano.

Caso o negócio se concretize, será a segunda montadora a se instalar no Ceará. O Estado possui, desde 1995, uma fábrica da Troller instalada no município de Horizonte, também na Região Metropolitana de Fortaleza, onde é produzido o modelo Troller T4.

Bezerro com duas cabeças intriga moradores em Óbidos, PA

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Animal foi encontrado dentro de uma vaca durante abate em frigorífico.
Bezerro foi congelado e será doado para pesquisas em uma universidade

Um caso inusitado de um bezerro com duas cabeças assustou os moradores de Óbidos, no oeste do Pará, na manhã de quarta-feira (13). Em um matadouro da cidade, uma vaca foi abatida e para surpresa dos trabalhadores do local, ela estava prenha de um bezerro com mutação gemelar incompleta. O caso ganhou rápida repercussão no município e intrigou os moradores.

Segundo o proprietário da vaca, morador da comunidade Paru, região ribeirinha de Óbidos, Aluísio Câncio, no período de enchente dos rios é natural fazer a transferência de animais para áreas de terra firme na região. Com a intenção de conseguir recursos para viabilizar o transporte dos animais, Câncio selecionou 20 bovinos e vendeu para abate em um frigorífico. Entre os animais, estava a vaca, que foi escolhida por estar muito velha.

Câncio contou que nunca presenciou algo parecido. Ele acredita que o fato é inédito no município. “Trabalho no ramo há mais de 40 anos e eu nunca tinha visto uma coisa parecida aqui na região. Deve ser um fato inédito esse bezerro com duas cabeças (…). Meu irmão levou os animais até o frigorífico e quando chegou aqui me deu essa notícia. Eu fiquei surpreso com esse fato, me deu medo, mas eu entendo que isso seja obra da natureza. É estranho, mas é a natureza. Era uma vaca velha que eu pensava que não daria mais filhos”, ressaltou.

O proprietário do frigorifico contou que o bezerro pesa 5 kg e tem aproximadamente 7 meses de gestação. “Nós congelamos ele e a minha filha vai tentar levar ele para uma universidade em Santarém para que sirva de estudos para estudantes de medicina veterinária. Deve ser um caso raro, então decidimos congelar o animal”, explicou Sivaldo Viana.

Mutação gemelar
A médica veterinária doutora em reprodução das Faculdades Integradas do Tapajos (FIT/Unama), Simone Vieira Castro, explicou que em bovinos não é comum ocorrer parto gemelar (dois bezerros). “Nesse caso, como o animal era velho, o embrião não conseguiu se dividir corretamente, e os dois fetos que eram para se formarem separados começam o desenvolvimento com alguns órgãos separados, mas a maior parte do corpo é um só”.

Ainda de acordo com Simone, outro fator que pode ter contribuído para a malformação do animal é o uso do mesmo reprodutor na propriedade, o que limita a variabilidade genética do rebanho. “Geralmente, esses animais com mutações genéticas não são compatíveis com a vida. Dependendo do grau de mutação, ou eles nascem mortos, ou vivem poucas horas após o parto”, explicou.

O chip que fez um tetraplégico tocar guitarra

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Implante no cérebro resgatou os movimentos e permitem mover objetos grandes e colocar líquidos em copos.

Uma cirurgia para implante de um chip no cérebro fez um homem paraplégico mover os dedos pela primeira vez desde a paralisa.

Ian Burkhart, de 24 anos, é tetraplégico há quase seis, por causa de um acidente durante um mergulho que atingiu sua coluna vertebral. A lesão afetou os movimentos dos braços na parte inferior aos cotovelos e as pernas.

Uma cirurgia realizada em Ohio, nos Estados Unidos, implantou um chip no cérebro de Ian que agora o permite mover os dedos individualmente e até tocar guitarra em um jogo de videogame.

O chip lê os sinais cerebrais, que são interpretados por um computador. A partir desta leitura, ele estimula os nervos e músculos com eletricidade para restaurar os movimentos.

Burkhart comemorou o “grande choque” que sentiu ao poder mover sua mão outra vez depois do procedimento da Universidade Estadual de Ohio.

Os cientistas levaram 10 horas para programar o computador de modo que ele entendesse os sinais cerebrais de Ian.

Além disso, ele usou uma luva com 130 eletrodos com o intuito de estimular e contrair diferentes músculos em seu braço direito.

Os resultados, publicados na revista científica Nature, mostram que ele pode pegar e mover objetos grandes, colocar líquidos em copos e até passar um cartão de crédito.

Esses movimentos, no entanto, aconteceram durante sessões de sete horas de acompanhamento, que o deixaram “completamente fatigado e exausto mentalmente”.

“Você realmente tem que quebrar cada parte desse movimento e pensar sobre ele de forma muito concentrada. Pelos 19 primeiros anos da minha vida, foi algo que eu subestimei”.

Apesar disso, com a prática constante ele será capaz de aprender novos movimentos rapidamente.

Para Ian, o próximo passo é reconquistar a movimentação completa de ambas as mãos, o que o permitiria “ser muito mais independente e não ter que contar com pessoas para tarefas dias do dia a dia”.

Agora, os pesquisadores esperam que a tecnologia ajude milhões de pessoas com paralisia, vítimas de derrames ou com danos cerebrais.

Esfera misteriosa encontrada em floresta intriga cientistas

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Arqueólogos bósnios dizem acreditar que pedra é a mais antiga criada pelo homem; tese não é consenso entre especialistas.

Uma enorme esfera de pedra encontrada em uma floresta da Bósnia-Herzegovina vem intrigando e dividindo especialistas.

Em entrevista ao jornal britânico “The Independent”, o arqueólogo bósnio Semir Osmaganic advoga que formação rochosa é a mais antiga feita à mão por humanos.

Descoberta em uma floresta próximo à cidade bósnia de Zavidovici, a bola de pedra mede entre 1,2 a 1,5 metro de diâmetro, e, em sua composição, tem uma quantidade “extremamente alta” de ferro, segundo Osmaganic.

De acordo com outro pesquisador bósnio, Sam Osmanagich, a região era repleta de esferas no passado, mas muitas teriam sido destruídas na década de 70 por culpa de boatos de que havia ouro escondido dentro delas.

Em 2005, Osmanagic, conhecido como o “Indiana Jones bósnio”, virou destaque na imprensa internacional ao alegar que um conjunto de colinas no Vale Visoko, na Bósnia, era, na verdade, um local de pirâmides antigas ligadas por uma rede de túneis subterrâneos.

Apesar das críticas que recebeu na ocasião, o especialista teve o apoio do governo do país, que liberou recursos para escavações na área.

“Soubemos que o mundo está rindo da gente (…), mas não há governo no mundo que deva se calar diante de algo que é positivo”.

Críticas

Mas Anthony Harding, presidente da Associação Europeia de Arqueólogos, descreveu a revelação como um “total absurdo”.

“Acredito que a esfera possa datar da Idade do Bronze ou Romana. Mas a especulação de que ela seria uma estrutura de 12 mil anos é totalmente fantasiosa e ninguém com um mínimo de conhecimento básico sobre arqueologia ou história diria isso”, disse Harding ao Independent.

Já Amanda Edwards, professora da Escola de Ciências Ambientais, Atmosféricas e de Terra da Universidade de Manchester (Reino Unido), diz não acreditar que a esfera tenha sido feita por humanos.

Segundo ela, a pedra teria sido formada “pela precipitação de cimento natural entre os grãos de sedimento”, processo conhecido como concreção, afirmou Amanda ao jornal britânico “Daily Mail”.

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