Música pode dizer muito sobre personalidade, diz pesquisa

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Pessoas que entendem seus sentimentos com facilidade costumam ouvir músicas relaxantes, já as “sistemáticas” se identificam com rock pesado

Seu gosto musical pode dizer mais sobre sua personalidade do que você imagina. A afirmação é de pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, que estudaram a relação das músicas que ouvimos com a forma com que lidamos com nossos pensamentos e emoções.

Pessoas capazes de entender seus sentimentos com mais facilidade costumam preferir músicas mais relaxantes, no estilo soft rock (como Elton John, Bee Gees, Eagles) e rhythim & blues (como Adele, Bruno Mars e Amy Winehouse). Por outro lado, pessoas mais ligadas aos detalhes de tudo ao seu redor tendem a apreciar mais o jazz tradicional de Ray Charles e Louis Armstrong.

A equipe de psicólogos, liderados pelo phD David Greenberg, realizou uma pesquisa com mais de 4 mil participantes sobre seus pensamentos e suas preferências musicais. As mais empáticas tendiam a se agradar com o som suave e sensual de Norah Jones, enquanto o grupo de “sistematizadores” se identificaram mais com o rock rasgado do Sex Pistols.

Aumento de temperaturas na Terra será pior que o esperado, segundo estudo

Um novo estudo publicado nesta quinta-feira na revista “Science” sugere que o aumento das temperaturas na Terra durante os próximos anos pode ser pior que o esperado, já que, segundo os pesquisadores, até agora não se teve suficientemente em conta o papel-chave exercido pelas nuvens.

O estudo realizado conjuntamente por dois pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e um de um laboratório californiano parte da premissa que a maioria dos modelos que tentam prever o aumento das temperaturas induzido pela atividade humana “subestimaram as importantes contribuições das nuvens”.

“Os modelos de clima global que tentam prever os aumentos médios de temperatura devem conhecer como a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera afeta às temperaturas atmosféricas, já que quanto maior seja esta, o aquecimento causado pelo dióxido de carbono será também maior”, apontou o estudo.

Para tentar ajustar melhor seus prognósticos, os pesquisadores Ivy Tan e Trude Storelvmo (Yale) e Mark D. Zelinka (Laboratório Nacional Lawrence Livermore da Califórnia) recorreram a dados da Nasa muito específicos sobre as nuvens e sua composição química.

Levando em conta estes novos dados, seu modelo determinou que a “sensitividade de equilíbrio climático”, que relaciona a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera com seu efeito sobre as temperaturas atmosféricas, é de entre 5 e 5,3 graus centígrados.

Estudos anteriores, que não contemplavam o papel das nuvens e sua composição química, situavam a “sensitividade de equilíbrio climático” entre 2 e 4,6 graus centígrados.

O ano passado terminou com a aprovação em Paris de um acordo histórico e ambicioso contra a mudança climática, no qual 195 países e a União Europeia (UE) se comprometeram a avançar juntos rumo a uma economia baixa em carbono.

O primeiro pacto universal contra o aquecimento, que tardou duas décadas de cúpulas do clima, pretende limitar a abaixo dos 2 graus o aumento da temperatura média no final do século em relação aos valores pré-industriais.

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