Aranha rara foi descoberta por um agricultor chinês — e ela é horripilante

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Imagine que você está cuidando do seu pomar tranquilamente e, de repente, dá de cara com a aranha que você viu na imagem acima. Já pensou no susto? Até quem não tem medo desses bichos se sentiria intimidado, você não concorda? Pois, segundo Li Jing, do portal South China Morning Post, o animal da foto foi descoberto por acaso por um agricultor chinês enquanto ele cuidava de seus pés de tangerina e, em vez de sentir medo, ele viu uma oportunidade.

Bem, na verdade, antes de se dar conta de que se tratava de uma aranha, o agricultor pensou que havia encontrado um selo antigo — possivelmente valioso — em seu pomar, e já foi logo imaginando quanto ele poderia lucrar com seu achado. Você reparou no curioso traseiro do animal? Ele realmente parece um daqueles selos utilizados antigamente para cunhar documentos. Confira a seguir uma foto de outra aranha da mesma espécie:

Raridade

De acordo com Li, um especialista que avaliou as imagens da aranha identificou o exemplar como sendo da espécie Cyclocosmia Ricketti — que é super-rara e muito apreciada pela turminha de malucos que adoram colecionar ou ter esses bichos como animais de estimação. Isso significa que, embora o agricultor não tenha encontrado nenhum tesouro arqueológico, pode que ele não saia de mãos abanando dessa história.

Existem registros com mais de mil anos sobre a existência dessas aranhas, mas elas só foram descritas cientificamente no comecinho do século 20. Esses animais foram vistos pela primeira vez na China no ano 2000, na região de Lushan, na província de Sichuan, e apenas seis exemplares foram encontrados desde então. Assim, já viu, a aranha que o agricultor encontrou é bem rara mesmo!

Ainda de acordo com Li, as fêmeas da espécie Cyclocosmia Ricketti costumam medir perto de 30 milímetros de comprimento, e os discos ornamentais em seus traseiros podem chegar a 16 milímetros de diâmetro. Existem alguns criadores especializados em criar essas aranhas em laboratório, e elas podem custar até 12 mil Yuan — ou perto de R$ 6 mil — o exemplar.

Vídeo

 

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Facebook afeta negativamente os sentimentos das pessoas, diz pesquisa

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Se você está se sentindo triste, a culpa pode ser do Facebook. Uma pesquisa realizada na Universidade de Copenhague, na Dinamarca, mostra que a rede social pode aumentar o nível de insatisfação e reduzir as emoções positivas das pessoas.

“A maior parte das pessoas usa o Facebook diariamente, mas pouca gente está consciente das consequências. O estudo fornece provas de que o uso da rede social afeta negativamente o nosso bem-estar”, explica Morten Tromholt, responsável pela pesquisa.

Um experimento realizado no final do ano passado com mais de mil participantes tirou metade do grupo da plataforma por uma semana. Antes de começar a experiência, as duas partes tiveram que pontuar, de 1 a 10, seu nível de satisfação e felicidade.

A nota do grupo de desconectados passou de 7,56 para 8,12, enquanto a de quem continuou no Facebook aumentou de 7,67 para 7,75.

Os participantes também foram questionados sobre os sentimentos negativos que possuíam no último dia da pesquisa. O grupo que manteve o acesso à rede social  relatou 34% de tristeza e 25% de solidão. Entre os outros voluntários, os percentuais caíram para 22% e 16%, respectivamente.

Segundo Tromholt, os benefícios das “férias” não se restringem aos sentimentos dos usuários. O grupo de tratamento relatou menor dificuldade de concentração, melhora na vida social e uma sensação de estar desperdiçando menos o tempo.

Via BBC

Pesquisadores de MS criam sensor de raios com leiteira de alumínio

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Perigo pode ser detectado até 15 minutos antes.
No Brasil, mais de 100 pessoas morrem vítimas de raios por ano.

Pesquisadores de Mato Grosso do Sul descobriram que uma leiteira de alumínio pode ter uma utilidade enorme. E não é na cozinha.

No Brasil, mais de 100 pessoas morrem por ano vítimas de raios, a maioria jovens que estavam em atividades rurais ou dentro de casa.

No laboratório de ciência atmosférica da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, usando componentes eletrônicos disponíveis no mercado e uma leiteira de alumínio eles desenvolveram um sensor de raios que capta o campo elétrico e emite uma previsão de quando vai cair um raio.

Os alunos montam as placas, têm um GPS e o disco com os sensores. Daí é só tirar o cabo da leiteira e encaixar o sistema.

“Tem um microcomputador dentro, que faz todo esse processamento. Ele pega o sinal gerado, amplifica, passa para um gráfico que é processado e jogado no computador”, explica o tecnólogo Waldeir Dias,

Os gráficos indicam o campo elétrico se formando na nuvem.

“Cada queda dessa é um raio, e entre a gente dar o alerta e cair o primeiro raio, tem uma distância de dez a 15 minutos”, explica o geofísico espacial, Moacir Lacerda.

Os alertas são publicados na internet.

“Dá tempo de desligar os equipamentos eletrônicos, de parar com as atividades fora em local aberto, parar de trabalhar em situação de risco com uma máquina ligada na tomada por exemplo”, diz o geofísico.

Em Campo Grande são cinco rastreadores de raios espalhados pela cidade. Tem até na escola.

“ A gente vai poder analisar a atividade elétrica e poder emitir alertas se vai ter chuvas com raio, se não”, diz um professor.

Os alunos têm um blog e uma página na rede social e também emitem alertas.

“Eu tinha muito costume de andar descalço e gostava de ver raios então eu ficava sempre embaixo de uma arvore vendo raios caírem ou ficava a céu aberto para ver os raios caírem.  Isso é bonito, mas é muito perigoso”, conta a estudante Noemi Barbosa, de 16 anos.

Avião que usa biocombustível de cana e tecnologias sustentáveis é testado

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Aeronave de 35 toneladas fez voos teste pela primeira vez no país.
Embraer e Boeing apresentaram o modelo E170 em Gavião Peixoto, SP.

A Embraer e a Boeing testaram pela primeira vez no país o avião do futuro, em Gavião Peixoto (SP). A aeronave é abastecida com biocombustível feito a partir da cana-de-açúcar e tem ainda outras tecnologias de ponta que melhoram o desempenho do voo e ajudam a diminuir o impacto no meio ambiente.

O modelo E170, batizado de ecodemonstrador, tem 35 toneladas e parece um avião comum, mas é nos detalhes que se encontram as diferenças. As duas fabricantes testaram as novas tecnologias em 15 voos nas últimas semanas.

Pintura especial
Parte do modelo, com capacidade para 70 passageiros, foi pintada com uma tinta especial, que não deixa insetos ficarem no bico.

“Economizando no uso de água durante a lavagem da aeronave. Outro aspecto importante é que em climas frios, onde há formação de gelo, a gente pode minimizar o uso de produtos especiais, que não são tão amigáveis com o meio ambiente, na remoção de gelo da aeronave antes de cada voo”, explicou o gerente de desenvolvimento da Embraer, Luiz Nerosky.

Redução de ruídos
A asa, por exemplo, ganhou uma peça de vidro com isopor para diminuir o barulho nos pousos e decolagens. “O barulho será atenuado para a população que vive próxima aos aeroportos, diminuindo a poluição sonora e ajudando a preservar a vida das pessoas que vivem nessas localidades”, explicou Nerosky.

Biocombustível de cana
Outra tecnologia que pode diminuir impactos ambientais é o biocombustível, feito a partir da cana-de-açúcar, que ajuda a reduzir em 80% a emissão de gases causadores do efeito estufa em relação ao combustível fóssil.

“O grande desafio é o ganho de escala. Hoje o combustível é tecnicamente viável, mas o custo ainda não é compatível com o custo do combustível fóssil, mas a esperança é que isso aconteça nos próximos dois anos”, disse o coordenador de pesquisa da Boeing, Onofre Andrade.

Sistema para medir velocidade e altitude
Uma janela amarela tem um novo sistema para medir a velocidade e a altitude do avião. A tecnologia conta com a ajuda de um laser, que passa por cabos de fibra ótica e atravessa a atmosfera.

Em todos os testes feitos, o avião apresentou bons resultados. “O que você quer de mais moderno, inovador, que as duas empresas vão colocar nos próximos aviões exatamente. É o avião do futuro”, afirmou Andrade.

 

China inaugura monotrilho com trem inspirado em panda gigante

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Monotrilho entrou em funcionamento na cidade de Chengdu, na província chinesa de Sichuan.

Um novo trem de superfície que entrou em funcionamento em Chengdu, na província chinesa de Sichuan, chamou atenção por ser inspirado em um panda gigante, animal símbolo do país asiático.

O trem, que é movido por energia de baterias de lítio em vez de eletricidade, alcança uma velocidade de até 60 km/h no monotrilho.

 

Vídeo

Cientistas recuperam meteorito que caiu na Austrália

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O fragmento foi encontrado uma semana após uma bola de fogo ter cruzado o céu australiano no Dia das Bruxas

Os cientistas responsáveis por recuperar o meteorito que cruzou o céu da Austrália no dia das Bruxas (31 de outubro) — parecido com um tijolo ‘esmagado’ — divulgaram nesta segunda-feira os resultados das pesquisas preliminares. O fragmento foi encontrado em uma fazenda na cidade australiana de Morawa e tem 1,15 quilos. As análises mostram que ele pode ter em sua composição cristais minerais, ainda não identificados, e água de seu ‘asteroide pai’, segundo nota oficial.

O resultado ainda aponta para um tamanho original de 50 a 100 vezes maior do que o atual, antes de entrar em contato com a nossa atmosfera.

Por conta da rapidez da localização, os cientistas afirmaram que encontraram o material com contaminação miníma, sem contato da água da chuva, por exemplo, e isso irá ajudar nas análises futuras dos cientistas. “Nós vamos descobrir muito mais, uma vez que já conseguimos compreender uma pesquisa química feita no material e atualmente estamos analisando o modelo 3D que criamos a partir do meteorito”, disse Phill Bland, professor de geologia aplicada da Universidade de Curtin, na Austrália, em nota.

Os pesquisadores contaram com a ajuda de curiosos australianos que participam de uma rede chamada Fireballs in the Sky (Bolas de fogo no céu, em português). É um aplicativo criado por cientistas da instituição australiana para receber relatos de ‘cientistas cidadãos’, quando eles encontram faixos de luz suspeitos no céu. Além disso, o programa auxilia no projeto científico da instituição que tem como objetivo compreender como funciona o sistema solar através de estudos de meteoritos, chamado de Desert Fireball Network.

As câmeras instaladas pelos cientistas em regiões agrícolas e desérticas do interior da Austrália também auxiliaram na localização exata que o meteorito caiu. O grupo então fez uma análise de imagens captadas e, assim, foi possível descobrir a trajetória da queda e calcular o ponto de pouso. No momento em que atingem a Terra, os meteoritos diminuem a velocidade e a queda é semelhante à de uma pedra atirada do alto de um edifício.

Quebra cabeça

Dos 500 000 meteoritos já descobertos pela equipe, os cientistas só sabem a origem de 20 a 30 fragmentos.“Eles podem dizer praticamente tudo o que quisermos saber sobre o sistema solar, porém apenas se descobrirmos de onde vieram. É uma grande peça de quebra-cabeça deixada em nossas mãos”, disse Bland.

O material agora seguirá para o Museu da Austrália Ocidental para outras pesquisas.

Pintinho nasce com quatro patas e vira ‘celebridade’ no sul do Tocantins

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Ele foi o último a nascer e precisou de ajuda para quebrar a casca do ovo.
Veterinário diz que má-formação pode ter sido causada por fatores genéticos.

Um pintinho diferente virou celebridade no sul do Tocantins. A ave nasceu com quatro patas. O caso curioso surpreendeu o dono e tem chamado a atenção dos moradores de Gurupi.

O pintinho especial é de uma ninhada de sete ovos. Ele foi o último a nascer e precisou de ajuda para quebrar a casca do ovo.

“Peguei o ovinho, quebrei a casquinha, tire e coloquei no algodão e guardei numa caixinha. Chegando do trabalho, foi uma surpresa. Meu filho falou que ele tinha quatro patas”, disse o dono Geovino Sales.

Criador de aves há 15 anos, Sales nunca tinha visto um caso como esse. Duas patas funcionam normalmente, as outras duas nasceram ao final do corpo.

Apesar da diferença, ele não tem tido dificuldades para locomoção nem qualquer outra atividade, assim como seus outros seis irmãos.

O veterinário Jairo Piovesan disse que a má-formação pode ter sido causada por fatores genéticos ou por causas externas. “Pode ter havido um estresse e, na divisão celular para formação dos membros, acabaram se formando as quatro patas”, disse.

Segundo o veterinário, ele também nasceu com duas cloacas, cavidade onde se abrem o canal intestinal, o aparelho urinário e o aparelho genital das aves, fator que pode comprometer a sobrevivência dele.

Mas se depender do dono, o pintinho ainda terá muitos anos de vida. “Vou cuidar dele maravilhosamente”, garantiu.

Enquanto isso, a ave segue chamando a atenção de quem passa pela propriedade de Sales. “Fiquei espantado ao ver isso. Nunca vi algo assim antes. É bem curioso”, disse o entregador Maykon Castanheira.

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