NOVO SISTEMA SOLAR DESCOBERTO – CONFIRA OS DETALHES

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Astrônomos descobriram um sistema com sete planetas do tamanho da Terra a cerca de apenas 40 anos-luz de distância. Com o auxílio de telescópios no espaço e também no solo, incluindo o Very Large Telescope do ESO, os planetas foram todos detectados quando passavam em frente da sua estrela progenitora, a estrela anã superfria chamada TRAPPIST-1. De acordo com o artigo científico publicado hoje na revista Nature, três dos planetas situam-se na zona habitável da estrela e poderão ter oceanos de água à superfície, aumentando a possibilidade deste sistema planetário poder conter vida. O sistema tem ao mesmo tempo o maior número de planetas do tamanho da Terra descoberto até agora e o maior número de mundos que poderão ter água líquida em sua superfície.

Os astrônomos utilizaram o telescópio TRAPPIST-South instalado no Observatório de La Silla do ESO, o Very Large Telescope (VLT) situado no Paranal e o Telescópio Espacial Spitzer da NASA, além de outros telescópios em todo o mundo para confirmar a existência de pelo menos sete pequenos planetas em órbita da estrela anã vermelha fria TRAPPIST-1. Todos os planetas, com os nomes TRAPPIST-1b, c, d, e, f, g, h — por ordem crescente de distância à sua estrela — têm tamanhos semelhantes à Terra .

Diminuições na emissão da luz estelar causados por cada um dos sete planetas ao passarem em frente à estrela — os chamados trânsitos — permitiram aos astrônomos retirar informação sobre os seus tamanhos, composições  e órbitas . Os pesquisadores descobriram que pelo menos os seis planetas mais internos são comparáveis à Terra em termos de tamanho e temperatura.

 

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Cientistas usam maçã para criar tecido humano para transplante

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Técnica foi desenvolvida no Canadá como opção mais barata aos procedimentos tradicionais de medicina regenerativa.

Para a imensa maioria da população mundial, maçã serve para comer.

Mas, para o biofísico canadense Andrew Pelling, a fruta tem outras finalidades.

Pelling é professor da Universidade de Ottawa, no Canadá, e vem usando não só a maçã, mas outras frutas, verduras, legumes e até flores para ajudar a reconstruir o corpo humano.

Por trás disso, está a intenção de desenvolver métodos mais novos e baratos da chamada medicina regenerativa.

Em um experimento recente, Pelling e sua equipe removeram as células e o DNA de uma maçã, até sobrar apenas a sua estrutura de celulose – a mesma que deixa a fruta crocante. Existente na maioria dos vegetais de característica fibrosa, a celulose é responsável por dar a rigidez e firmeza às plantas e não é digerida pelos seres humanos.

Os cientistas constataram, então, que essa estrutura se mostrou efetiva para o implante de células vivas em laboratório, incluindo células humanas.

Em um segundo momento, a equipe esculpiu maçãs em formato de orelha, e usou as estruturas de celulose resultantes para implantar – nelas – células humanas, recriando “orelhas”.

“Trata-se de um material de baixo custo com o qual você criar diferentes estruturas. Ele abre várias possibilidades para a medicina regenerativa”, diz Pelling em entrevista à BBC.

Esse tipo de suporte para fazer implantes em pacientes com tecidos danificados ou doentes é uma ferramenta essencial para a medicina regenerativa. Médicos e dentistas usam essas estruturas para fazer enxerto de pele e de osso, e para reparar joelhos danificados, ligamentos e gengivas.

Mas os produtos disponíveis no mercado podem ser muito caros – entre US$ 30 a US$ 1,5 mil por centímetro quadrado ? e são normalmente derivados de animais ou cadávares humanos.

Já a estrutura feita a partir da maçã custa centavos de dólar.

Para conduzir o experimento, Pelling transplantou as estruturas de celulose em uma cobaia e observou a formação de vasos sanguíneos.

Agora, ele está fazendo testes semelhantes com aspargos, pétalas de flores e outras frutas, legumes e verduras.

Pelling suspeita que a estrutura das pétalas de flores – fina e plana – pode se provar ideal para produzir pele enquanto o formato dos aspargos seriam úteis para estimular o crescimento de nervos e vasos sanguíneos.

Medicina regenerativa

O campo da medicina regenerativa vem crescendo na última década.

Pesquisadores já conseguiram criar artificialmente traqueias e bexigas e agora trabalham para produzir órgãos mais complexos.

Pelling espera poder desenvolver materiais de baixo custo e “de código aberto” (ou seja, capaz de ser adaptado e aperfeiçoado por outros cientistas) que ajudem a impulsionar a revolução.

“O próximo desafio é saber se poderemos trabalhar com organismos mais complicados, órgãos, músculos ou ossos”, afirma.

‘Porta do inferno’: a gigantesca cratera que continua crescendo e revela como a Terra era há 200 mil anos

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Um buraco de 1 quilômetro de extensão e 85 metros de profundidade não para de crescer em uma remota região da Rússia e é chamado de “porta para o inferno” por pessoas que vivem na região, que preferem evitá-lo.

Mas cientistas asseguram que se trata de uma cratera única, um registro detalhado de 200 mil anos de história da Terra.

Batagaika, a gigantesca cratera, emerge de forma dramática na floresta boreal da Sibéria à medida que o permafrost – tipo de solo que está sempre congelado – derrete como efeito do aquecimento global.

A cratera tem crescido na média de 10 metros por ano. Mas em anos mais quentes, esse aumento chegou a 30 metros, conforme indicou estudo do Instituto Alfred Wegener em Potsdam, na Alemanha. A instituição vem monitorando o buraco há uma década.

A cratera representa uma rara oportunidade de observar, ao mesmo tempo, o passado, o presente e o futuro.

As camadas de sedimento expostas revelam como era o clima na região há 200 mil anos. Resquícios de árvores, pólen e animais indicam que, no passado, a área foi uma densa floresta.

Esse registro geológico pode ajudar a compreender como será, no futuro, a adaptação da região ao aquecimento global. E, ao mesmo tempo, o crescimento acelerado da cratera é um indicador imediato do impacto cada vez maior das mudanças climáticas no degelo do permafrost.

Desmatamento

A cratera apareceu na década de 60, de acordo com Julian Murton, professor da Universidade de Sussex, na Inglaterra.

O rápido desmatamento na região deixou o terreno sem a proteção das sombras das árvores nos meses de verão. Assim, os raios de sol aqueceram o solo e aceleraram o processo de degelo, uma vez que era a vegetação que mantinha o solo resfriado.

“Esta combinação de menos sombra e transpiração levou a um aquecimento da superfície”, explica Murton em entrevista à BBC.

Com o derretimento do permafrost, é possível que venham a surgir mais crateras como também lagos e bacias hidrográficas.

Para o professor, “à medida que o gelo derrete em novas profundidades, podemos ver o surgimento de paisagens novas”.

Reconstituição histórica

Cientistas ainda trabalham na análise de sedimentos e tentam decifrar a cronologia exata da cratera.

“Queremos saber se as mudanças climáticas durante a última Era do Gelo esteve caracterizada por uma grande variabilidade, com períodos intercalados de aquecimento e esfriamento”, diz Murton.

Isso é importante porque a história climática de grande parte da Sibéria ainda pode ser considerada um mistério. Ao reconstruir alterações ambientais do passado, cientistas esperam conseguir prever mudanças similares no futuro.

Há 125 mil anos, por exemplo, houve um período interglacial, com temperaturas vários graus acima das registradas atualmente.

“Entender como era o ecossistema pode nos ajudar a entender como a região se adaptará ao atual aquecimento do clima”, afirma o professor Julian Murton.

‘O aquecimento acelera o aquecimento’

A cratera Batagaika pode oferecer lições cruciais, em especial sobre os mecanismos que aceleram o aquecimento em áreas de permafrost.

À medida que o degelo avança, mais e mais carbono é exposto a micróbios. Estes micro-organismos consomem carbono e produzem dióxido de carbono e metano – gases causadores do efeito estufa.

O metano é capaz de acumular 72 vezes mais calor que o dióxido de carbono num período de 20 anos.

Além disso, os gases liberados pelos micróbios na atmosfera aceleram ainda mais o aquecimento.

“É o que chamamos de ‘feedback positivo'”, explica Frank Gunther, do Instituto Alfred Wegener. “O aquecimento acelera o aquecimento e, no futuro, poderemos ver mais estruturas como a cratera de Batagaika”, completa o pesquisador.

Segundo o pesquisador, não há nenhuma obra de engenharia que possa conter o desenvolvimento dessas crateras.

Sinal mais antigo de vida na Terra foi achado, dizem cientistas

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Estudo da ‘Nature’ descreve descoberta de microfósseis com até 4,29 bilhões de anos. Até então, evidências mais antigas tinham 3,7 bilhões de anos

A vida na Terra pode ter surgido muito antes do que se pensava, segundo artigo publicado na revista Nature nesta semana. De acordo com pesquisadores da University College London (UCL), na Inglaterra, micro-organismos fósseis encontrados no Canadá teriam entre 3,77 e 4,29 bilhões de anos, o que seria a mais antiga evidência de vida na Terra. Até então, os vestígios mais antigos de vida na Terra eram alguns estromatólitos encontrados em 2016 na Groelândia, com cerca de 3,7 bilhões de anos. A descoberta, se confirmada, pode ajudar na compreensão do surgimento da vida em nosso planeta.

“Graças a imagens a laser das amostras coletadas, nós identificamos micro-organismos fósseis que são os mais antigos conhecidos no mundo”, afirmou Matthew Dodd, um dos autores do estudo.

Evidências de vida

Os cientistas descobriram os microfósseis, que consistem em tubos e filamentos minúsculos feitos de um óxido de ferro conhecido como hematita, em camadas de quartzo no sítio geológico do Cinturão de Nuvvuagittuq, no nordeste de Quebec. A região é conhecida por abrigar algumas das mais antigas rochas sedimentares do planeta.

Em diâmetro, os fósseis encontrados medem metade de um fio de cabelo humano. Em comprimento, medem até meio milímetro. Os pesquisadores acreditam que os tubos e filamentos são vestígios de bactérias formadas na presença de água e que usavam ferro para a produção de sua energia.

“O mais interessante nessa descoberta” é constatar que a vida iniciou na Terra de maneira precoce, disse o pesquisador Matthew Dodd. Segundo ele, a descoberta levanta questões interessantes sobre o que pode ter acontecido em Marte ou em outros lugares do universo. “Se a vida começou tão rápido na Terra, poderia ter acontecido o mesmo em outros planetas?”.

Para Dodd, os resultados mostram que a vida se desenvolveu em nosso planeta numa época em que a Terra e Marte tinham água líquida em suas superfícies.”Esperamos encontrar evidências em Marte de vidas que existiram há 4 bilhões de anos. A menos que a Terra seja uma exceção”, disse.

A Terra se formou há 4,567 bilhões de anos, e os oceanos, há cerca de 4,4 bilhões de anos. Se a datação dos pesquisadores for confirmada, os microfósseis revelam que a vida demorou apenas algumas centenas de milhões de anos para surgir depois do aparecimento da água no planeta. Além disso, confirmaria também o sucesso dos organismos bacterianos.

Debate

De acordo com o pesquisador Dominic Papineau, que participou do estudo, a datação foi feita por meio de um método bastante sólido. Os microfósseis encontrados se formaram no fundo do mar, perto de fontes hidrotermais que aquecem as águas e são o resultado da atividade vulcânica. Papineau viajou ao Quebec para selecionar as amostras de jaspe vermelho que foram, em seguida, analisadas, para verificar se as estruturas continham vestígios orgânicos.

Os cientistas encontraram os filamentos e tubos minúsculos formados pela atividade bacteriana encapsulados em camadas de quartzo. Para manter a cautela, os cientistas deram aos microrganismos uma idade mínima de 3,77 bilhões de anos.

Se confirmada, a datação dos microfósseis condiz com a descoberta feita na Groelândia dos estromatólitos, formações sedimentárias criadas pela atividade microbiana, que estão preservados em rochas metamórficas (originadas por transformações químicas e físicas em zonas profundas da crosta terrestre) e com teorias moleculares que afirmam que a vida surgiu na Terra por volta de 4 bilhões de anos atrás.

Alguns cientistas, contudo, afirmam que faltam evidências mais sólidas para afirmar que a vida surgiu tão cedo em nosso planeta. Tanja Bosak, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, afirmou ao site do jornal americano The Washington Post que falta uma “evidência chave” para a descoberta. A cientista argumenta que os autores falharam por não incluir no estudo uma imagem ampla do local onde os fósseis foram encontrados, ou uma contextualização do cenário geológico em que foram localizados.

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(Com AFP)

Rolls-Royce cria miniatura para crianças de hospital pilotarem rumo a cirurgias

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Objetivo é diminuir o estresse dos pacientes antes da cirurgia no St. Richard’s Hospital, que fica próximo à fábrica da Rolls-Royce.

A Rolls-Royce mostrou nesta quarta-feira (1) um novo carro-conceito, mas desta vez o foco não é o luxo e a potência. O Rolls-Royce SRH foi criado para motoristas muito especiais: crianças de um hospital pediátrico de Chichester.

 

Elas poderão ir para a sala de cirurgia dirigindo no St. Richard’s Hospital, cujas iniciais deram nome ao modelo (SRH). Os corredores da ala pediátrica receberão sinalização de tráfego, tudo para diminuir o estresse dos pacientes antes da cirurgia.

Duas crianças e suas famílias foram à fábrica da Rolls-Royce, que fica próxima ao hospital, e tiveram o mesmo tratamento de clientes VIP. Quando um novo modelo é lançado, a empresa convida potenciais clientes para uma prévia no local, que inclui um teste.

Molly Matthews e Hari Rajyaguru experimentaram o minicarro dentro da linha de produção, antes de ser entregue ao cliente, assim como é feito com os supercarros de luxo.

A equipe gastou cerca de 400 horas para desenvolver o conceito, que usa técnicas de impressão 3D para alguns elementos do desenho.

Segundo a fabricante, o Rolls-Royce SRH é movido por uma bateria elétrica e atinge 16 km/h de velocidade máxima, que pode ser limitada a apenas 6 km/h. Pode ser o modelo mais lento da história da marca, mas também é um dos mais emocionantes.

Onda de calor mata dezenas de animais em fazendas na Argentina

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Bezerros se reuniram em grupos para tentar produzir sombra, mas movimento aumentou temperatura corporal e causou ataques cardíacos, segundo veterinário.

Dezenas de bezerros morreram após uma onda de calor na província de La Pampa, na Argentina.

Segundo o veterinário que avaliou animais mortos em uma das fazendas da região, eles sofreram ataques cardíacos provocados pela exposição contínua às elevadas temperaturas, que chegaram a 40 graus.

Ceferino Orueta, funcionário da fazenda Don Félix, disse ao jornal “El Clarín” que encontrou diversos grupos de animais mortos, somando 66 dentro da propriedade.

O veterinário que analisou o caso disse que os bezerros se reuniram para tentar criar sombra uns para os outros, mas que a aproximação acabou aumentando a temperatura corporal deles, causando a morte.

Os animais tinham cerca de 200 a 250 quilos cada e funcionários e proprietários de outras fazendas da região também relataram casos parecidos, em que os animais foram encontrados praticamente amontoados.

As autoridades também registraram um grande aumento na mortandade dos peixes daquela região, devido ao aquecimento das águas.

Com o crescimento da violência, Brasileiros procuram formas melhores de se protegerem

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O aumento da criminalidade e leis mais restritas quanto ao porte de armas está fazendo com que brasileiros procurem formas melhores de protegerem a si mesmos e às suas famílias.

A solução encontrada? Lanternas militares. Elas são cada vez mais populares como ferramentas de defesa pessoal para enfrentar a bandidagem e empresas como a X900 mal conseguem acompanhar a demanda.

“Nós tivemos de abrir uma nova fábrica só para responder à quantidade de pedidos que estão chegando.”

A X900 é, no momento, o modelo mais popular de lanterna tática militar entre americanos e brasileiros por causa de seu modo estroboscópio potente, que permite que o usuário lance uma luz forte nos olhos de seu atacante, deixando-o completamente desorientado.

 

Antes utilizadas apenas pela elite das forças policiais como GOE e BOPE, essas lanternas agora estão disponíveis para cidadãos comuns brasileiros. A luz emitida é tão clara que pode ser utilizada para desorientar uma pessoa. Recentemente, políticos tentaram proibir a venda da Lanterna X900 – alegando tratar-se de uma arma – porém acabaram desistindo por pressão popular.

Essas lanternas táticas são eficazes mesmo?

 

Se você já tirou uma foto à noite com flash, você sabe que demora um ou dois minutos para seus olhos se reajustarem. Agora imagina que esse flash é 100 vezes mais forte e pisca direto nos seus olhos. Você vai ficar cego e vai acabar perdendo seu equilíbrio também.

 

É isso que você terá com a lanterna tática X900. A função estroboscópio foi desenvolvida para acabar com a visão de quem te atacar; se eles não conseguirem ver o que estão fazendo, você vai poder escapar com facilidade – ou, se precisar, terá uma vantagem para ataca-lo.

 

A verdade é que a maior parte das pessoas subestima a importância de se ter uma lanterna tática. Seja para caminhar sozinho à noite, esperar o resgate com o carro quebrado no meio do caminho ou só para ter uma luz forte o suficiente para espantar animais quando for acampar, lanternas táticas são tão fortes que te darão uma grande vantagem.

 

Sem falar que, se você estiver em uma situação de emergência, qual a melhor forma de chamar atenção para si do que com uma lanterna potente que pode ser vista a até 3 quilômetros de distância?

 

Lanternas táticas militares como a X900 são usadas em todos os Estados Unidos por militares, bombeiros, policiais, pelos serviços de busca e pela guarda costeira – e, agora, por cidadãos comuns no Brasil.

 

“Em tempos como esses, é mais importante do que nunca que os brasileiros estejam preparados para qualquer coisa e essa lanterna é um dos melhores equipamentos para se ter, já que pode ser usada em praticamente qualquer situação, desde para se proteger até para encontrar seu cachorro de noite…”